Lisboa e Vale do Tejo continua a ser região com mais queda do consumo

No total do país, a média de compras em loja está em 82 pontos face ao período pré-pandemia (com valor referência de 100).

Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a região que regista maior queda do consumo desde que foi registado o primeiro caso de Covid-19 em Portugal, segundo os dados divulgados esta terça-feira pela SIBS.

De acordo com a empresa gestora da rede Multibanco, na semana de 25 a 31 de maio, a quarta semana de desconfinamento, a frequência de compras físicas na região de Lisboa ficou em 73 pontos da frequência média pré-Covid (sendo a referência o valor 100, equivalente à média diária antes do primeiro caso de Covid-19, a 2 de março).

No Norte a frequência média está em 84 pontos da média antes do primeiro caso da doença, no Centro e no Algarve em 90 pontos, nos Açores em 93 pontos e na Madeira em 85 pontos.

No Alentejo, por outro lado, o consumo em loja ultrapassou mesmo a frequência de compras antes do aparecimento do primeiro caso em Portugal, segundo a SIBS, que indica que na semana de 25 a 31 de maio o número médio de compras físicas no Alentejo ficou em 105, ou seja, cinco pontos acima do número médio de compras antes da Covid-19.

No total do país, a média de compras em loja está em 82 pontos face ao período pré-pandemia, mais sete pontos do que os registados (75) na semana de 18 a 24 de maio.

Já as compras online ficaram, na semana de 25 a 31 de maio, em 96 pontos face ao que era registado antes do primeiro caso registado de covid-19 em Portugal, acima dos 89 pontos da semana de 18 a 24 de maio.

Quanto ao valor gasto por cada compra na rede Multibanco, na semana de 25 a 31 de maio a média manteve-se inalterada face à semana anterior, nos 37,8 euros. Já nas compras online, o valor médio cresceu de 40,2 euros para 40,9 euros. Em ambos os casos, os valores estão acima da média do período antes da pandemia.

Sobre o MB Way, a SIBS indica que, de 25 a 31 de maio, a média de compras em loja através desta plataforma de pagamentos ficou 90% acima da média anterior ao início da pandemia, praticamente duplicando a frequência de utilização.

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