Lucros da Sonaecom caíram 41% para 34 milhões de euros até setembro

Volume de negócios consolidado nos primeiros nove meses do ano atingiu, no entanto, os 102,6 milhões de euros, um crescimento de quase 31% em relação ao período homólogo.

Os resultados líquidos da Sonaecom atribuíveis ao grupo caíram 41,4% até setembro, em termos homólogos, atingindo os 33,9 milhões de euros, segundo revelou a empresa em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

O grupo, que é acionista da NOS através da Zopt, revelou que o seu volume de negócios consolidado nos primeiros nove meses do ano atingiu, no entanto, os 102,6 milhões de euros, um crescimento de quase 31% em relação ao período homólogo.

"Esta evolução positiva teve o contributo quer da área de media quer de tecnologia, com esta última a apresentar um crescimento de 35,9% face aos primeiros nove meses de 2018", acrescentou a Sonaecom.

Paralelamente, os custos operacionais foram de 110,9 milhões de euros, um valor 33,2% acima do registado no período homólogo. "Os custos com pessoal cresceram 52,1%, refletindo o aumento do número médio de colaboradores", que foi também devido à consolidação das sociedades Nextel e Excellium, indicou a Sonaecom.

Por sua vez, o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) foi de 37,4 milhões de euros, um decréscimo de 41,5% em relação ao período homólogo, de acordo com a informação hoje divulgada.

A Sonaecom destacou que, excluindo os itens não recorrentes, ou seja, a venda da Saphety e da WeDo, o EBITDA foi de 23,8 milhões de euros.

O Capex (investimento) operacional da empresa, de 5,7 milhões de euros até setembro, representa 5,5% do volume de negócios, um valor 1,2 pontos percentuais acima do realizado no período homólogo.

A dívida líquida da Sonaecom atingiu os 250,8 milhões de euros, um agravamento de 9,3% em relação a igual período do ano passado.

A Sonaecom detém várias empresas de tecnologias e media.

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