Mário Ferreira? Costa Silva garante que "não há intervenção do Governo" na distribuição de apoios

Costa Silva diz que o Governo está atento "as questões jurídicas e criminais": "Vamos ver como evoluem".

O ministro da Economia garante que o Governo não tem qualquer "intervenção" no Banco de Fomento, depois das suspeitas sobre a empresa de Mário Ferreira, que vai receber mais de metade dos apoios para fazer frente à crise pandémica.

Mário Ferreira foi constituído arguido, na operação "Ferry", com as suspeitas de fraude qualificada e branqueamento de capitais. O empresário tinha pedido para ser constituído arguido, alegando que "nunca foi ouvido" no processo.

No Parlamento, o ministro António Costa Silva respondeu a uma questão de Mariana Mortágua, que lembrou as palavras do governante, garantindo "que o turismo vai bem". "Vai daí, e entregam-se 40 milhões a Mário Ferreira para fazer cruzeiros", criticou.

Na resposta, o ministro garantiu que o Governo está atento "às questões jurídicas e criminais" remetendo as decisões sobre os fundos para o Banco de Fomento.

"Não há nenhuma intervenção do Governo, as questões são claras: o Banco de Fomento é autónomo, nós somos acionistas, mas as decisões são do Banco de Fomento. As decisões sobre estes projetos, que foram validadas pelo comité de investimentos, respondem aos critérios que são transparentes e estão no site do banco"

E acrescenta: "As questões jurídicas, criminais ou outras vamos ver como evoluem".

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