Novo Banco lamenta estar a ser usado como "arma de arremesso político"

O conselho de administração da instituição liderada por António Ramalho, diz estar disponível para esclarecer tudo, mas não pode continuar a assistir a manobras que só prejudicam a sua atividade.

O Conselho de Administração do Novo Banco diz que lamenta e não aceita que "o bom nome da instituição continue a ser usado como arma de arremesso político e de manobras político-mediáticas.

Em comunicado afirma que "é seguramente uma das entidades bancárias mais escrutinadas, tanto a nível nacional como a nível europeu e sublinha que o presidente executivo do Novo Banco esteve já, por várias vezes, no Parlamento a prestar todos os esclarecimentos que lhe foram solicitados".

A nota acrescenta que se ainda assim "subsistem dúvidas sobre a criação e a forma como é gerido o Novo Banco, como transpareceu do debate parlamentar desta quarta-feira, os deputados devem procurar, através de todas as iniciativas, apurar tudo o que quiserem".

A nota assinada pelo conselho de administração conclui que o Novo Banco está disponível para prestar todos os esclarecimentos. "Mas não pode continuar a assistir a constantes manobras que só prejudicam a atividade da instituição, perturbam o esforço de recuperação duramente realizado por milhares de colaboradores, que servem centenas de milhares de clientes, e esquecem a importância do Novo Banco para a economia do país que ficou bem evidenciada, sobretudo nesta hora de maior dificuldade para as empresas e famílias portuguesas".

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