"O país não precisa de voltar onde não foi feliz." Orçamento "protege os mais vulneráveis"

João Leão defende que o Governo respondeu à crise "com solidariedade e não com austeridade", dando "apoios massivos às famílias e às empresas".

O ministro das Finanças, João Leão, diz que o Governo se apresenta hoje no parlamento "com provas dadas depois de seis orçamentos bem-sucedidos" que trouxeram "melhorias à vida dos portugueses". Para o governante, estes orçamentos "representaram o virar de página da austeridade", com mais emprego mais crescimento da economia, com "rigor, responsabilidade e contas certas".

João Leão defende que o Governo respondeu à crise "com solidariedade e não com austeridade", dando "apoios massivos às famílias e às empresas".

Quando foi apresentado o Orçamento para 2021, lembra o governante, muitos anunciaram "um desastre financeiro" que não se concretizou.

Passado um ano, o balanço feito por João Leão "é de um reforço do SNS", lembrando que "Portugal é hoje o país do mundo com maior percentagem de população vacinada contra a Covid-19".

O ministro lembra também que "há hoje menos meio milhão de desempregados do que no pico da anterior crise".

Em relação ao Orçamento para 2022, João Leão sublinha que este documento conta com um investimento público significativo e que melhora os rendimentos das famílias, mas também na educação e no combate às alterações climáticas, nomeadamente através de "investimentos massivos nos transportes coletivos" e de uma nova taxa sobre as embalagens de plástico.

Para João Leão é claro que "o Orçamento reforça proteção dos mais vulneráveis" e sublinha, por exemplo, o aumento médio dos abonos.

"Este orçamento não se limita a fazer escolhas para o presente"

João Leão sublinha que "este orçamento não se limita a fazer escolhas para o presente ", apresentando respostas para os desafios que a sociedade portuguesa enfrenta.

Para o ministro das Finanças, "não é tempo para arriscar tudo e deitar tudo a perder", mas sim de "continuar a escolher o caminho equilibrado e sustentável da recuperação do país e da melhoria da vida dos portugueses".

"Tudo isto sem retirar nada, sem cortar, sem regredir em tudo o que foi garantido e conquistado desde 2016", acrescenta.

O governante defende que a trajetória de redução da dívida "faz com que os portugueses olhem para o futuro com confiança e otimismo sem nuvens negras no horizonte".

"O país não precisa de voltar onde não foi feliz", remata.

Na resposta, o deputado do PSD Duarte Pacheco disse que não sabia se o que estava em discussão tanto era "a proposta que apresentou à Assembleia [da República] ou a lista de mercearia que apresentou aos portugueses nos últimos dias".

"Aposto que essa lista de mercearia não é neutra em termos orçamentais", vaticinou, considerando que "o senhor ministro e o Governo está sem estratégia e sem orçamento", falando numa "manta de retalhos".

Duarte Pacheco referiu que o orçamento é "a manta de retalhos a que chegou depois de negociar nos últimos dias".

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