Patrões unidos a pensar na retoma

Cinco confederações patronais uniram-se para aproveitar a retoma económica.

Chama-se Conselho Nacional das Confederações Patronais, e foi apresentado como uma estrutura que junta os objetivos comuns dos representantes das empresas portuguesas de diversos setores económicos.

São entidades já representadas no Conselho Económico e Social, e até na concertação social.

Vão manter a independência na ação, mas nesta altura, entendem que há necessidade de unir a voz em assuntos como a reconversão digital das empresas, a a menutenção e o refoço de quadros qualificados e a recuperação dos mercados perdidos.

Eduardo Oliveira e Sousa, é o presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal, e foi designado o primeiro porta voz deste conselho.

Na Tarde TSF, após a apresentação formal, explicou que não haverá presidente, por decisão de todos.

Nenhum orgão de poder foi informado previamente da criação deste conselho, que vão agora explicar ao que vem, ao Presidente da Republica, ao Parlamento, e ao Governo.

Eduardo Oliveira e Sousa confessa que nem o presidente do Conselho Económico e Social, foi previamente informado.

O presidente da CAP, e porta voz do novo Conselho Nacional das Confederações Patronais, disse, na Tarde TSF, que não haverá perda de identidade de nenhum das confederações patronais.

O conselho junta, para lá da CAP, a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, a Confederação da Indústrio Portuguesa, a Confederação do Turismo de portugal, e a Confederação das Empresas da Construção e Imobiliário.

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