Presidente da República terá manifestado "apreço" pelo trabalho da CGD

A Presidência divulgou uma nota no seu site oficial que dava conta que Marcelo Rebelo de Sousa tinha recebido Paulo Macedo e Emílio Rui Vilar.

O presidente executivo da Caixa Geral de Depósitos, Paulo Macedo, disse esta sexta-feira que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, terá manifestado "apreço" pelo trabalho das equipas do banco público, num encontro mantido na semana passada em Belém.

"Sem violar qualquer conversa privada, penso que foi o apreço por aquilo que as equipas da Caixa, os seus trabalhadores, têm conseguido fazer em termos do que tem sido a evolução" do banco, disse Paulo Macedo na conferência de imprensa de apresentação dos resultados de 2019 da CGD (lucro de 776 milhões de euros), em Lisboa.

Na sexta-feira da semana passada, a Presidência divulgou uma nota no seu site oficial que dava conta que Marcelo Rebelo de Sousa tinha recebido Paulo Macedo e Emílio Rui Vilar (presidente do Conselho de Administração da CGD) e felicitado "pelos passos dados num processo tão importante para Portugal e para os Portugueses", sem especificar.

"O senhor Presidente da República poderá dizer, mas há um conjunto de motivos que pensamos que são positivos", referiu Paulo Macedo, destacando vários pontos da gestão recente da CGD, como o "pagamento de dividendos quando eles nem sequer estavam previstos no plano", ou outros pontos, dentro e fora do cumprimento do plano de reestruturação.

Ao responder a outra questão, o presidente da Caixa referiu também que o edifício sede, em Lisboa, terá partes que poderão ser concessionadas a outras entidades.

"A Caixa sabe que não continuará a ocupar este espaço sozinha, o edifício não se justifica com um banco mais digital, dimensionado em custos e eficiente", argumentou Paulo Macedo.

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