Presidente do BCP diz não haver motivo para apreensão sobre subida das taxas de juro

O presidente do Millennium BCP, Miguel Maya, manifestou esta sexta-feira a convicção de que o aumento da inflação não terá impacto de grande dimensão nas taxas de juros, considerando não haver motivos para apreensão.

Miguel Maya adianta que não tem "nenhuma dúvida de que este aumento de inflação está para ficar durante este ano, e provavelmente parte do ano que vem" mas tal não terá "um impacto de grande dimensão do ponto de vista das taxas de juro".

Apesar do aumento de inflação "visível" nos Estados Unidos da América, na Europa e, mesmo em Portugal, "embora não com a mesma expressão", o presidente do BCP considera não haver, para já "motivo de grande preocupação", tendo em vista também as declarações da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, que admitiu que os juros possam não subir em 2022.

Miguel Maya ressalva a necessidade de o país estar "atento" uma vez que "a gestão da taxa de juro exige uma gestão prudente", mas considera não haver motivo para se estar "apreensivo sobre a capacidade de recuperação da economia por causa do eventual aumento das taxas de juro".

Miguel Maya falava na Nazaré, à margem da assinatura de um protocolo com a Liga Mundial de Surf Portugal e o Millennium bcp que passa a ser Banco Oficial das provas de surf e patrocinador da surfista Teresa Bonvalot, atleta tricampeã nacional que representou Portugal nos Jogos Olímpicos Tóquio2020 e que terminou o ano na 22.ª posição do Ranking Women's Challenger Series.

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