Receita fiscal do Estado sobe 2,4% no 1.º semestre

No que diz respeito aos impostos diretos, a evolução positiva de 291,1 milhões de euros, ou seja, mais 5% do que no período homólogo, justifica-se com o IRC.

O Estado arrecadou mais 416,7 milhões de euros (+2,4%) no primeiro semestre, uma evolução justificada, nos impostos diretos, pelo IRC, IRS e pagamentos de autoliquidação, segundo a síntese de execução orçamental divulgada esta segunda-feira.

"No que diz respeito à receita fiscal líquida do subsetor Estado acumulada no primeiro semestre de 2021, regista-se um crescimento de 416,7 milhões de euros (+2,4%) face ao primeiro semestre de 2020", revelou o documento hoje divulgado pela Direção-Geral do Orçamento (DGO).

No que diz respeito aos impostos diretos, a evolução positiva de 291,1 milhões de euros, ou seja, mais 5% do que no período homólogo, justifica-se com o IRC (Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas), os pagamentos de autoliquidação, bem como pelo aumento de 5%, correspondente a mais 146,8 milhões de euros, em IRS (Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares).

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