Rendas voltaram a subir entre julho e setembro

Os novos contratos de arrendamento fixaram rendas 7,4% mais elevadas no terceiro trimestre de 2021 do que no período homólogo. Lisboa e Algarve continuam a ter as casas mais caras.

A renda média dos novos contratos, celebrados no terceiro trimestre do ano, foi 7,4% mais alta do que a que se verificou entre julho e setembro de 2020, de acordo com os dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística.

O aumento foi, ainda assim, inferior ao que tinha sido registado no trimestre anterior, período em que as rendas subiram 11,5% em relação a 2020. Já na comparação entre o terceiro e o segundo trimestre, a variação foi de 0,8%.

Segundo o relatório do INE, o preço médio terá sido de 6,08 euros por metro quadrado.

Foi no Litoral alentejano e na região das Beiras e Serra da Estrela que se verificaram os aumentos mais acentuados. Todavia, continua a ser nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, no Algarve e na Madeira, que os inquilinos pagam mais pela habitação. No patamar máximo está a Grande Lisboa, onde as casas custam mensalmente, em média, 9,04 euros por metro quadrado. Logo a seguir vem a região do Algarve, com rendas médias de 6,78 euros por metro quadrado.

Já no extremo oposto, o menor valor das rendas de novos contratos de arrendamento registou-se em Trás-os-Montes (2,64 Euro/m2) e no Alto Alentejo (3,02 Euro/m2).

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