"Só se faz com investimento." PAN rejeita "Orçamentos de mera continuidade" e "de curto prazo"

Inês Sousa Real defende, antes de entrar na reunião de negociação com o Governo, que o Orçamento do Estado deve apresentar alguma rutura com o que tem vindo a ser feito. Para isso, sublinha, é preciso "investimento".

Duas horas antes da reunião com o primeiro-ministro, a propósito das negociações para o Orçamento do Estado, a porta-voz do PAN diz esperar que este não seja um documento orçamental de continuidade.

Inês Sousa Real quer que António Costa se mostre disponível para reforçar os investimentos que são caros ao Partido Pessoas-Animais-Natureza. "Queremos combater, por um lado, a crise climática, e, por outro lado, garantir a justiça social, e isso só se faz com investimento", desvela, em declarações à TSF.

"O que esperamos hoje por parte do senhor primeiro-ministro é um verdadeiro comprometimento, não apenas naquela que é a necessidade de este Orçamento traduzir-se num maior investimento, mas em que este Orçamento não seja mais do mesmo", considera ainda, descartando um OE sem alguma rutura com o que tem vindo a ser apresentado. "Não podemos mudar o paradigma e garantir que o país se torna mais resiliente, mais sustentável se continuarmos a ter Orçamentos de mera continuidade e se não rompermos com a visão de curto prazo para o país", sustenta a porta-voz do PAN.

O partido vai decidir no fim de semana, na reunião da Comissão Política Nacional, o sentido de voto em relação ao OE 2022. O documento é votado na generalidade no dia 27.

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