Taxa de desemprego estabiliza mas os portugueses trabalham menos

O Instituto Nacional de Estatística (INE) assume em 7,1% a taxa de desemprego do primeiro trimestre de 2021, o que é 0,3 pontos percentuais acima da taxa do mesmo período de 2020.

De acordo com o INE a população empregada (4.681 pessoas) diminuiu 1,0% (49 mil pessoas) por comparação com o trimestre anterior e 1,3% (63 mil) em relação ao homólogo.

Já "a população empregada ausente do trabalho na semana de referência aumentou 49,8% (211 mil trabalhadores) em relação ao trimestre anterior e 40,5% (183 mil) relativamente ao primeiro trimestre de 2020".

A "redução ou falta de trabalho por motivos técnicos ou económicos da empresa (inclui suspensão temporária do contrato ou layoff)" foi o principal motivo" para que isto acontecesse.

"Em consequência, o volume de horas efetivamente trabalhadas registou um decréscimo trimestral de 6,4% e uma redução homóloga de 7,9%. Em média, cada pessoa empregada trabalhou 32 horas por semana", adianta o INE.

No primeiro trimestre um quinto da população empregada (20,7%) esteve em teletrabalho.

A subutilização do trabalho abrangeu 746 mil pessoas, um aumento 7,8% relativamente ao período homólogo. Já a taxa de subutilização do trabalho, está em 14,1.

Quanto ao desemprego, nos primeiros três meses do ano a população desempregada, estimada é de 360 mil pessoas. Houve uma diminuição de 13 mil trabalhadores em situação de desemprego em relação ao trimestre anterior e aumentou em 12 mil pessoas relativamente ao período homólogo.

A taxa de desemprego foi estimada em 7,1%, superior aos 6,8 que esta quarta-feira foram previstos por Bruxelas para o ano 2021 e inferiores aos 7,3% que o Governo colocou no Plano de Estabilidade.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de