Vila Galé começa a reabrir hotéis a 9 de junho

O regresso à atividade está previsto acontecer nas unidades de Vilamoura, Lagos, Albufeira e Douro, mas também com a inauguração de hotéis em Alter do Chão e na Serra da Estrela.

O grupo hoteleiro prevê que durante o mês de julho esteja em funcionamento a "quase totalidade" das unidades. Até lá, o negócio faz-se com uma mercearia online e um serviço de refeições take-away.

O grupo Vila Galé vai reabrir a 9 de junho alguns dos hotéis que têm estado fechados devido à pandemia de Covid-19, revelou à TSF o administrador Gonçalo Rebelo de Almeida.

O regresso à atividade está previsto acontecer nas unidades existentes em Vilamoura, Lagos, Albufeira e Douro, mas também com a inauguração de hotéis em Alter do Chão e na Serra da Estrela. Estes últimos são hotéis que "tinham abertura prevista para março e que a viram adiada" estando agora "completamente prontos" e com "as equipas contratadas".

Quanto aos outros hotéis que permanecem fechados, Gonçalo Rebelo de Almeida adianta que as reaberturas vão ocorrer até julho. "Se não abrir mais alguma em junho, em julho abrem quase a totalidade das unidades", antevê.

O regresso à atividade será feito com novas regras de segurança e higiene que passam pela disponibilização de equipamentos de proteção individual, pelo reforço das regras de limpeza e pelo distanciamento social nos hotéis.

Além de máscaras, viseiras e luvas, o Vila Galé vai introduzir "mais frequência de limpeza" nas áreas de contacto sensíveis como "elevadores, terminais de pagamento, restaurantes e bares". Nos quartos, será implementada uma "quarentena de 24 horas entre um cliente e outro para permitir melhor limpeza e arejamento" e nos bares e restaurantes haverá "mais espaço entre mesas e cadeiras", assim como "refeições organizadas por horários para garantir que não há fluxos em simultâneo".

Atualmente, o grupo Vila Galé mantém apenas quatro hotéis abertos em Lisboa, Porto, Coimbra e Évora. Com "atividade quase zero", a empresa apostou num serviço de take-away com refeições confecionadas nas cozinhas dos restaurantes e esta semana deu um novo passo lançando uma mercearia online.

O administrador explica que a ideia foi aproveitar recursos, manter contacto com os clientes e também "ter as equipas envolvidas em novos projetos que fizessem algum sentido".

Gonçalo Rebelo de Almeida sublinha que "é muito difícil" que esta variante de negócio "venha a compensar minimamente as receitas perdidas do ponto de vista do negocio hoteleiro", mas acredita que poderá ser uma mais-valia para o grupo: "Queremos acreditar que pode ser negócio, mas a nossa motivação principal não foi a rentabilidade em si."

A mercearia online do Vila Galé vende vinho, azeite, fruta e compotas provenientes da herdade agrícola que o grupo possuiu no Alentejo, mas também "outros produtos de parceiros que normalmente temos disponíveis nos restaurante e bares das nossas unidades". E até papel higiénico está disponível para entrega. "Acho que essa questão já abrandou e nunca ninguém conseguiu explicar bem essa procura acrescida, mas também conseguimos disponibilizar papel higiénico", brinca o administrador.

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