Fenprof defende responsabilização política no caso Parque Escolar

Mário Nogueira, que defende também a responsabilização social se houver motivos para isso, quer ainda saber o que vai acontecer ao processo de requalificação de escolas.

A Fenprof defende que deve haver uma responsabilização política e social no caso das derrapagens financeiras da empresa Parque Escolar, uma vez que a culpa não pode morrer solteira.

«Se se encontrarem razões para que haja a responsabilização civil de quem se aproveitou de alguma coisa, pensamos que a culpa não pode morrer solteira. Tem de haver a responsabilização civil e política também», afirmou Mário Nogueira.

Este dirigente da Fenprof considera também que «é preciso saber o que vai o Ministério da Educação fazer para requalificar as 125 escolas que faltam e as 21 cujo processo foi agora interrompido e suspenso na fase terminal».

«É preciso saber como vai ser garantida a manutenção das escolas que ainda não têm esse processo de manutenção assegurado», adiantou.

Mário Nogueira pretende saber se o ministério liderado por Nuno Crato vai «deixar tudo parado a partir daqui ou avançar para linhas de privatização da empresa que vai assegurar esta intervenção nas escolas, o que também discordamos».

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