Educação

Fenprof insiste na ilegalidade do regime simplificado de avaliação dos professores

A Fenprof insistiu, esta terça-feira, dia em que Cavaco Silva promulgou a manutenção do regime simplificado da avaliação dos professores, em defender a ilegalidade do diploma e prometeu continuar a lutar contra a nova legislação.

«O primeiro-ministro reconheceu que há discrepâncias no diploma, mas defendeu que sendo um regime transitório que terminava no final de 2009 isso justificaria uma situação de excepção», lembrou Manuela Mendonça, da Fenprof.

No entanto, continuou, «neste momento o que se está perspectivar é que o regime vá continuar a ser aplicado», pelo que a Fenprof acredita que «há aqui questões claras» que demonstram que «este regime simplificado não é legal».

Já Lucinda Manuel, da Federação Nacional de Educação, admite que a luta vai continuar, se bem que a aposta continua a ser na negociação de um «modelo diferente e justo».

«É óbvio que em qualquer circunstância as formas de luta do movimento sindical são todas possíveis desde que sejam fruto de questões justas. Mas entendemos que um próximo Governo terá de ser sensível, apaziguar e serenar as escolas e os professores», acrescentou.