Parque Escolar contesta números de Nuno Crato

A Parque Escolar lembrou o pioneirismo e complexidade do programa de requalificação de escolas e assegurou que sempre houve «rigor, profissionalismo e sentido de serviço público».

A empresa Parque Escolar contesta os números apresentados pelo ministro da Educação relativamente à derrapagem dos custos de reabilitação de escolas.

Depois de Nuno Crato ter dito no Parlamento que estas obras derraparam 400 por cento em relação ao inicialmente previsto, a empresa lembrou que o programa que lidera é pioneiro e «complexo».

Em comunicado, a Parque Escolar adiantou ainda que este programa tem vários desafios que os colaboradores sempre abraçaram com «rigor, profissionalismo e sentido de serviço público».

A empresa recordou ainda que, em 2007, adotou como indicadores financeiros uma estimativa da Direção Regional de Educação de Lisboa na reparação de 25 escolas, o que resultou na conclusão de que eram necessários 942 milhões de euros para requalificar 332 estabelecimentos de ensino.

Sem mais referências, a Parque Escolar avançou para um projeto piloto em quatro escolas e «com base nas melhores práticas de gestão e na salvaguarda do superior interesse público» quis «aferir a real dimensão das variáveis» de uma obra de requalificação.

Ainda de acordo com a empresa, foi nesta altura que ficou definido o «nível e a profundidade das intervenções» e foi também «elaborado o Plano de Negócios da empresa».

Em 2008, surgiu o «primeiro documento financeiro de referência», que dizia que a reabilitação de 166 escolas iria custar 1328 milhões de euros.

Atualmente, estão concluídas as requalificações em 105 escolas e estão em curso intervenções em outras 70. No final de 2011, o custo médio da construção por escola era de 12,1 milhões de euros, que contrasta com os mais de 15 milhões anunciados por Nuno Crato na Assembleia da República.

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