Ministro defende que escolas públicas devem poder contratar e despedir

Em entrevista a uma revista brasileira, Nuno Crato disse que é este o modelo que está a planear para os próximos anos em Portugal.

O ministro da Educação defendeu que as escolas públicas devem ter liberdade para contratar e despedir com base no mérito à semelhança do que acontece no passado.

Em entrevista à revista brasileira Veja, Nuno Crato disse que é este o modelo que está a planear para os próximos anos em Portugal.

«Visto como um todo, o modelo de gestão de educação do século XXI ainda faz lembrar muito o velho sistema soviético, em que um comité central concentra todas as decisões», acrescentou.

Por isso, defende Crato, «as escolas públicas precisam de mais autonomia para atrair os melhores cérebros e avançar mais rapidamente».

O ministro da Educação assinalou ainda que é fundamental que Portugal forme mais engenheiros, médicos e cientistas e defendeu que as crianças devem ser despertadas desde cedo para estas áreas.

Nuno Crato, que sublinhou que não será à base do eduquês que Portugal conseguirá dar o grande salto, reconheceu ainda que o diálogo com os sindicatos nem sempre é fácil.

O ministro compreende o papel dos sindicatos para lutarem por melhores condições dos professores, mas lembrou que nem sempre os sindicatos têm colocado à frente as questões fundamentais e inadiáveis do Ensino.

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