artur baptista da silva

Artur Baptista da Silva esteve preso até dezembro do ano passado

O Diário de Notícias acrescenta, esta manhã, novos dados sobre o caso polémico de Artur Baptista da Silva, adiantando que ele esteve preso até dezembro do ano passado.

No início de dezembro Artur Baptista da Silva foi orador convidado no grémio literário, em Lisboa, sendo apresentado como professor na Milton Wisconsin University, nos Estados Unidos, uma universidade que foi encerrada em 1982. Esta manhã, o Diário de Notícias acrescenta outros dados, nomeadamente o de que Artur Baptista da Silva esteve preso até dezembro do ano passado.

O DN adianta que cumpriu desde 1993 várias penas por crimes como burla, abuso de confiança e emissão de cheques sem cobertura. Para além de se apresentar como professor numa universidade norte-americana que fechou as portas há 30 anos, o DN aponta outras falsidades.

Já se apresentou como consultor do Banco Mundial, cargo que segundo o jornal nunca exerceu. O nome de Artur Baptista da Silva também não consta da lista de deputados da assembleia constituinte em 1975 ao contrário do que terá dito.

O Diário de Notícias mostra também um e-mail enviado em junho para o secretariado do patriarcado de Lisboa. No texto Artur Baptista da Silva pede uma audiência para entregar um estudo e apresenta.-se como afilhado do antigo patriarca D. António Ribeiro.

Durante dois anos, entre 1988 e 1989 foi presidente do Conselho Fiscal do Sporting numa altura em que o clube era presidido por Jorge Gonçalves.

Em Junho reapareceu numa Assembleia geral do Sporting. O DN diz que fez muitas perguntas sobre um protocolo com a Câmara de Oeiras. Foi convidado para integrar uma comissão de acompanhamento mas só apareceu na primeira reunião.

Entre 2007 e 2009 desempenhou outro cargo público como secretário geral da associação de creches e pequenos estabelecimentos do ensino particular.