Primeiro-ministro saúda quem optou por trabalhar esta quinta-feira

Ao final da tarde, o primeiro-ministro, Passos Coelho, disse respeitar o exercicio do direito à greve mas sublinhou o exemplo dos portugueses que esta quinta-feira optaram por trabalhar.

O chefe de Governo esteve na cerimónia de aniversário da Universidade do Porto, de onde chegou e partiu sob protestos.

Mais de duas horas e meia depois de ter entrado, Pedro Passos Coelho abandonou o edifício da Reitoria da Universidade do Porto por uma saída diferente do local escolhido para a chegada e a dezenas de metros dos manifestantes.

Antes aos jornalistas, o primeiro-ministro fez questão de sublinhar que a greve é um direito de todos, os que optam pelo protesto.

«Nós reconhecemos o direito à greve e às manifestações, como é evidente, mas o exercício desses direitos, essas escolhas que são feitas por uns, não podem ofuscar as escolhas que muitos outros fazem e que têm permitido que Portugal se apresente de uma forma cada vez mais consistente como um exemplo de determinação e de perseverança, de um povo que acredita que está ao seu alcance recuperar a sua autonomia, nomeadamente orçamental, e que tem com sacrifício e esforço aplicado o melhor na recuperação do país», declarou.

Um esforço e uma escolha que em dia de greve geral foi elogiado pelo primeiro-ministro.

«Gostaria hoje justamente de poder reconhecer publicamente esse esforço grande que o país de um modo geral tem vindo a fazer», destacou Pedro Passos Coelho.

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