Ministra da Justiça nega "guerra" com sindicatos

Paula Teixeira da Cruz rejeita que haja uma "guerra" com os sindicatos, diz que viveu "pacificamente" e que foram as direções sindicais que "mudaram a atuação".

Na primeira reação pública da ministra da Justiça ao "corte de relações institucionais" anunciado pelas associações sindicais dos magistrados do Ministério Público e dos Juízes, Paula Teixeira da Cruz, ouvida pelos jornalistas no Parlamento, agradeceu as manifestações de solidariedade por parte de magistrados que se demarcaram dos sindicatos e voltou a acusar as associações sindicais de apresentarem exigências "irrealistas" e que não seriam entendidas pelos cidadãos.

"Se ainda não estão repostos sequer os salários da Função Pública é manifestamente impossível aceitar pedidos (de aumento) de cerca de 40 por cento", sublinhou.

A ministra diz que deixa muito trabalho feito e que afirma que sabia que "não iria ser fácil avançar com reformas na área da Justiça".

Paula Teixeira da Cruz ironiza que "se alguém se fingir de morto, não gera polémicas" mas era necessário, diz a ministra, introduzir simplificação e responsabilidade nos sistema e também objetivos e especialização nos tribunais.

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