Pacientes da "Encontrar-se" de corda no pescoço

E é assim, literalmente, que familiares e doentes desta associação portuense sem fins lucrativos saem hoje à rua. Dizem estar fartos de promessas.

Sentem-se com a corda no pescoço e é assim que vão manifestar-se esta manhã. Pacientes e familiares da "Encontrar-se" vão para a rua denunciar a asfixia financeira que enfrenta esta associação de apoio a pessoas com problemas mentais.

Criada em 2006, os problemas de caixa começaram há 3 anos, altuira em que foram denunciados ao Ministério da Saúde. A última reunião com a tutela aconteceu há um ano, mas as promessas de apoio continuam por concretizar-se. Filipa Palha, presidente da "Encontrar-se" explicou, à TSF, que as promessa feitas pelo ministério de Paulo Macedo continuam por concretizar-se.

"Há três anos que estamos em conversações com o ministério da saúde". À pergunta se nada for feito, Filipa Palha respondeu que "aguentam a situação durante amis um ano", depois, o encerramento da "Encontrar-se" é praticamente certo.

A Encontrar-se acompanha, nesta altura, perto de oito dezenas de pacientes mentais. Para desbloquear o sufoco financeiro, a associação diz precisar de uma verba anual de 180 mil euros.

O protesto para denunciar esta situação realiza-se esta segunda-feira, em frente ao edifício da Administração Regional de Saúde do Norte.

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