"O que passou, passou." Manuel Monteiro disponível para reconciliação com Paulo Portas

No Café Duplo da TSF, o antigo líder do CDS defendeu que "há um sinal de reconciliação que tem de ser dado". O congresso dos centristas acontece sábado e domingo em Guimarães.

Na véspera do congresso e em nome do futuro do CDS, Manuel Monteiro admite reconciliar-se com Paulo Portas. Os dois estão zangados há 24 anos.

A rutura, política e pessoal, aconteceu no congresso de 1998, do qual Paulo Portas saiu presidente do partido. Mais de duas décadas depois, numa altura em que, pela primeira vez, o CDS não está representado na Assembleia da República, Manuel Monteiro faz questão de afirmar que, pela sua parte, "o que passou, passou", afirmando o antigo líder centrista que "há um sinal de reconciliação que tem de ser dado".

Monteiro sublinha que está "totalmente disponível para o fazer, inclusive com o Dr. Paulo Portas".

Nos últimos dias, multiplicaram-se as notícias de um possível candidato surpresa. Saíria esse candidato de uma união de vontades entre os críticos de Nuno Melo e os apoiantes de Francisco Rodrigues dos Santos, o presidente cessante, com o apoio de um número significativo de distritais.

Questionado em direto pela TSF, Manuel Monteiro recusou esclarecer se poderia ser ele esse candidato.

Sobre Nuno Melo, o antigo líder também não diz uma palavra: "Vou responder a isso no congresso. Foi aquilo a que me comprometi e é aquilo que vou fazer".

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