"A manifestação é um direito constitucional." MAI reage a protesto da PSP e GNR

Ministro da Administração Interna reagiu a manifestação que reuniu elementos da PSP e militares da GNR.

Na sequência da manifestação conjunta que reuniu, esta quinta-feira, cerca de 13 mil elementos da PSP e militares da GNR, o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, ressalvou a importância das forças de segurança para o país e afirmou que a manifestação é um direito constitucional.

"As forças de segurança são essenciais para que Portugal mantenha aquilo de que nos orgulhamos: um dos países mais seguros do mundo. Hoje a PSP assegurou também, no quadro das suas funções, a salvaguarda do direito de manifestação e circulação. A manifestação é um direito constitucional", explicou Eduardo Cabrita em conferência de imprensa.

O ministro da Administração Interna sublinhou ainda que o Governo valoriza o diálogo social e que, pela primeira vez, o programa de admissões nas forças de segurança permite o rejuvenescimento da capacidade operacional.

"Temos um programa de diálogo social e de ação para valorização das forças de segurança. Pela primeira vez o programa plurianual de admissões nas forças de segurança permite o seu rejuvenescimento e recuperação da sua capacidade operacional. E um regime de segurança e saúde no trabalho que leve a estes profissionais condições adequadas", afirmou o ministro Administração Interna.

Por fim, Eduardo Cabrita disse compreender os anseios dos elementos das forças de segurança e prometeu dar continuidade ao trabalho "intenso e exigente" que o Governo tem de ter nesta pasta.

"Tenho um sentido de satisfação por ter aberto, pela primeira vez, um concurso plurianual de aquisição de viaturas para as forças de segurança. Compreendo bem as dificuldades dos polícias que trabalham com veículos com 10 ou 15 anos", acrescentou Eduardo Cabrita.

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