Agenda do Trabalho Digno. Governo quer combater precariedade e valorizar os jovens

Ministra do Trabalho reuniu-se com sindicatos e patrões. As alterações laborais e o Orçamento do Estado estiveram em cima da mesa.

A ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Ana Mendes Godinho, reuniu-se esta quarta-feira com sindicatos e patrões para discutir a Agenda do Trabalho Digno, com as alterações laborais e o Orçamento do Estado em cima da mesa. Entre os objetivos do Governo estão o combate à precariedade, a valorização dos jovens no mercado de trabalho e conciliação da vida pessoal, familiar e profissional.

"Esta é uma agenda que começámos a discutir em julho de 2020. É dinâmica e evolutiva em função dos contributos, que permitiu que chegássemos a estas resultados depois destes meses de trabalho. Durante a pandemia ficou evidente como os jovens foram os primeiros a serem prejudicados, seja do ponto de vista da precariedade dos vínculos laborais seja do ponto de vista de desproteção da Segurança Social", explicou Ana Mendes Godinho.

No entanto, mesmo que Governo, sindicatos e patrões não cheguem a acordo, a ministra já deu a entender que as alterações pensadas pelo Executivo devem avançar na mesma para a próxima fase de aprovação em Conselho de Ministros e depois na Assembleia da República.

"Qualquer proposta, até ser aprovada em Conselho de Ministros, está sempre em aberto. Aquilo que estamos a construir é uma proposta de lei que, depois, é da competência da Assembleia da República. Os parceiros sociais voltaram a salientar algumas das suas preocupações. A agenda tem sido sempre dinâmica, com a preocupação de cumprir os objetivos que estabelecemos desde o início, com valorização dos jovens no mercado de trabalho", acrescentou a ministra do Trabalho.

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