Costa diz que após eleições é necessário "ultrapassar" e "não abrir novas feridas"

O secretário-geral do PS afirma que "só dois" partidos as podem ganhar e que um voto no PS permite resolver "vitoriosamente o empate".

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O secretário-geral do PS defendeu esta quinta-feira a necessidade de "ultrapassar" e "não abrir novas feridas" depois das eleições, sublinhando que "só dois" as podem ganhar e que um voto no PS permite resolver "vitoriosamente o empate".

"Depois de domingo, é necessário mobilizar de novo o país, unir o país, ultrapassar feridas, não abrir novas feridas, porque temos uma pandemia cuja página temos definitivamente de virar, porque nós temos verdadeiramente que nos mobilizar para o que mais importa, que é fazer o país avançar, ser um país mais progressivo, mais inovador, mais moderno, que crie mais esperança, que dê confiança no futuro", afirmou António Costa.

O líder socialista discursava num comício no pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, em que também intervieram o histórico socialista Manuel Alegre, o líder da Juventude Socialista, Miguel Costa Matos, e o presidente da Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL) do PS, Duarte Cordeiro.

Num dia em que a coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, afirmou que é um voto no seu partido "que desempata a vida política em Portugal", António Costa afirmou que, no próximo domingo, "há muitos que vão ao campeonato, mas só dois podem ganhar".

"Ninguém nos venha a dizer que é votando num terceiro que resolvemos este empate. Não! É votando no PS que resolvemos vitoriosamente este empate, a bem de Portugal, a bem das portuguesas e a bem dos portugueses", sustentou.

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