SNS tendencialmente gratuito? Rio diz que PS está a "criar narrativa", mas Costa mantém acusações

Os líderes dos partidos com assento parlamentar têm esta segunda-feira encontro marcado em Lisboa para o último debate televisivo na campanha eleitoral, na RTP. Esta é a 17.ª vez que os portugueses são chamados a votar em legislativas em democracia, contando com as eleições para a Assembleia Constituinte, em 1975.

PorTSF
© Sara Matos/Global Imagens (arquivo)

Além de PS, PSD, BE, CDU (PCP/PEV), CDS-PP, PAN, Chega, Iniciativa Liberal e Livre - partidos que conseguiram representação parlamentar nas legislativas de outubro de 2019 e que estarão a debater esta noite -, concorrem às eleições de 30 de janeiro outras 12 forças políticas: Aliança, Ergue-te (ex-PNR), Alternativa Democrática Nacional (ex-PDR), PCTP-MRPP, PTP, RIR, MPT, Nós, Cidadãos!, MAS, JPP, PPM e Volt Portugal, que se estreia em legislativas. Acompanhe o debate ao minuto na TSF.

A tauromaquia é uma "linha vermelha" para o PAN

Enquanto relembrava a importância das associações nas causas e na saúde, Inês Sousa Real garantiu que a tauromaquia "é sem dúvida uma linha vermelha".

"Não podemos torturar um animal numa arena e elevar isso a espetáculo", esclarece.

Sobre a saúde, a porta-voz do PAN diz que "temos mesmo que ter uma saúde de proximidade" e "a valorização e reposição das carreiras é essencial".

"O privado deve ser visto como complementar e não substituto", conclui.

Costa volta a acusar Rio de querer que SNS "deixe de ser tendencialmente gratuito"

Em nova intervenção, António Costa aproveitou para atacar Rui Rio com o tema da saúde.

"Rui Rio apresentou um projeto de revisão constitucional no sentido de que o SNS deixe de ser tendencialmente gratuito", voltou a acusar, depois de já o ter feito no frente a frente com o candidato social-democrata.

"Isto significa que a classe média passe a pagar no SNS", prossegue.

António Costa diz ainda que "Rui Rio tem uma habilidade de disfarçar aquilo que está no programa".

Sobre o tema da saúde em concreto, o secretário-geral do PS afirma que "no ano passado, apesar da pandemia, tivemos mais 2.200 cirurgias do que em 2019, mais consultas hospitalares do que em 2019".

"Ainda em janeiro entraram ao serviço mais 2.200 médicos. Neste seis anos temos mais 21 mil profissionais de saúde no SNS", voltou a referir.

O atual primeiro-ministro pretende "aplicar a parceria que temos com o setor social para responder à necessidade de uma população que está mais envelhecida".

Por fim, também defende que se deve "tornar atrativa a carreira de medicina geral e familiar".

PAN pede "respeito por todos os seres"

Inês de Sousa Real concluiu o debate com os direitos de todos os seres vivos. "Continuaremos a defender o respeito por todos os seres", afirma.

"Conseguimos avanços significativos como a lei de bases do clima", lembra.

"No próximo 30 de janeito temos que travar este conservadorismo e passar a uma economia ecológica", atira a porta-voz do PAN.

João Oliveira reitera que a CDU é uma "força de convergência"

O candidato da CDU realça a imporância da "necessidade de resposta global aos problemas do pais".

"A CDU continua a ser uma força decisiva para resolver esses problemas", lembra João Oliveira.

O representante da CDU afirma que "um voto na CDU garante essa força para a convergência".

"Ficou claro neste debate que a esquerda não tem a menor ideia de como por Portugal a crescer"

Na despedida do debate, Cotrim de Figueiredo trouxe o tema TAP à mesa, mostrando um cheque de 1200 euros que irá oferecer a António Costa. O valor corresponde a que cada português terá de pagar para atingir o montante usado para reestruturar a companhia aérea.

Livre quer evitar uma história que "já parecia escrita"

Rui Tavares fala de uma história que parecia que já estava escrita, com o Livre "convenientemente fora dos debates", mas assinala que tal não aconteceu e, no final, os políticos não continuaram apenas a desentender-se.

"O Livre oferece um caminho para sairmos dos nossos impasses. Se é uma vereda ou uma estrada larga, depende dos vossos votos", remata.

António Costa repete que o país precisa de "estabilidade"

Nas declarações finais, António Costa voltou a lembrar que Portugal deve "continuar a crescer acima da média europeia".

O secretário-geral socialista volta a atacar a direita que diz ser "uma maioria de desgoverno".

"O que precisamos para o país é estabilidade e o que precisamos é uma maioria de governo", reitera.

Chega quer bandidos na prisão

André Ventura escolhe o tema da corrupção para assinalar a necessidade de uma reforma "profundíssima" da Justiça em Portugal.

"Temos décadas de bandidos a roubar o nosso país e é tempo de acabar com isso", defende Chega, que não quer ex-governantes a trabalhar em empresas privadas que tutelaram.

"Chegou o tempo de os bandidos enfrentarem aquilo que merecem, que é a prisão em Portugal", conclui.

Rio quer atitude diferente: "Mais rigor e menos facilitismo"

"Precisamos de uma economia diferente que garanta melhores empregos e melhores salários ao longo da sua vida e com segurança. Precisamos de melhores serviços públicos, foram completamente degradados pelo PS", acusa o líder social-democrata.

"Mas o que é mais importante é ter uma atitude diferente perante a governação: temos de ter uma atitude de mais rigor e menos facilitismo", pede Rui Rio.

Catarina Martins acusa direita de usar problemas para privatizar

Catarina Martins reconhece que o país tem problemas estruturais, mas acusa a direita de os querer aproveitar para fazer várias privatizações, deixando também o toque ao PS, que diz querer uma maioria absoluta para os deixar agudizar.

Livre quer Estado Social clássico, mas adaptado ao século XXI

Rui Tavares defende a criação de redes de saúde dentária e mental, com um Estado Social "a evoluir".

O Livre defende um Estado Social "clássico", mas adaptado ao século XXI, em que todos pagam para a Segurança Social.

Chega defende hipótese no privado contra "cegueira ideológica"

André Ventura diz que ouvir Costa "é como sentarmo-nos no sofá e ouvir o filme da nossa vida" sobre um país com "dois milhões de consultas adiadas e meio milhão de cirurgias por fazer".

Ventura concorda que é preciso tornar mais atrativas as carreiras, mas sem "enfermeiros que entram agora a ganhar o mesmo que os que lá estão há 20 anos".

"Tem de haver um prazo máximo para que, caso o SNS não consiga dar resposta, o privado possa dar resposta paga pelo Estado", ao invés de dizer, "por cegueira ideológica, morre em casa".

Chicão quer o setor privado e social a ajudar o SNS

O presidente do CDS diz que o partido não coloca a ideologia à frente das pessoas em matéria de Saúde. É por isso que propõe a "via verde de Saúde"

"Muitas vezes, estes acordos de pareceria com o Estado e o setor social saem mais baratos para o próprio Estado", considera.

Bloco de Esquerda diz que direita está desligada da Saúde

Catarina Martins diz não fazer "a mínima ideia" do que a direita "tem estado a dizer" sobre o Serviço Nacional de Saúde, algo que arranca sorrisos e expressões como "o problema é esse" a Ventura, Cotrim e Chicão.

Os profissionais "são todos extraordinários, mas na verdade não têm condições para trabalhar no SNS".

A dedicação exclusiva permite "profissionais dedicados mas também uma maior remuneração".

Sobre a contratualização com os privados proposta pela direita, Catarina Martins diz que "três dias de consulta com um médico assistente no privado custam um mês de consultas com um médico de família" no SNS.

Os quatro dirigentes da direita "estão implicados" no negócio da Saúde, acusa Catarina Martins, devido a cargos que tiveram no passado.

CDU condsidera que "não há liberdade de escolha se não houver resposta do SNS"

Para João Oliveira, a valorização dos serviços públicos é essencial para o país e o caso do Serviço Nacional de Saúde é "crítico".

"Não há liberdade de escolha se não houver resposta do SNS", acredita o candidato da CDU.

João Oliveira revela que "há regões do país em que faltam médicos especialistas nas unidades públicas, mas há no privado".

"Só o SNS é capaz de garantir que as pessoas são tratadas com a mesma dignidade independentemente de tudo", reitera.

Rio propõe um SNS mais eficiente

O presidente do PSD, Rui Rio, quer um novo modelo de gestão para tornar "o serviço público tão eficaz quanto aquilo que o privado consegue ser".

"Tenho de ter mais planeamento, mais organização. O dinheiro que lá está (nos hospitais) é muito e mal gerido".

"O aumento do salário mínimo é uma solução de fundo", considera João Oliveira

João Oliveira acredita que "a medida para apoiar as micro, pequenas e médias empresas é aumentar o poder de compra".

Por isso, para o representante da CDU no debate, "o aumento do salário mínimo é uma solução de fundo".

"Foi pelo aumento do poder de compra, o aumento dos salários e o aumento das pensões que conseguimos crescer", explica.

João Oliveira também revela que "em 2020, só em empresas privadas sediadas fora do país, saíram 7 mil milhões de euros" do país.

CDS critica "escravatura fiscal" que estagna a economia

O líder centrista tece duras críticas à política de esquerda seguida nos últimos anos.

"Os anos da geringonça conduziram Portugal ao aumento brutal da carga fiscal, ao aumento da dívida pública para 135% do PIB, a diminuição do rendimento das famílias e mais, ao aumento do índice de pobreza", acusa Francisco Rodrigues dos Santos.

O presidente do CDS fala em "escravatura fiscal" sobre as empresas e as famílias. "Uma ovardose de impostos sobre a economia que não resolve o problema estrutural do país."

António Costa diz que é tempo de "acelerar" os crescimento económico

O secretário-geral do PS voltou a lembrar que "entre 2016 e 2019 a economia portuguesa cresceu sete vezes mais do que nos 15 anos anteriores".

E agora, segundo António Costa, é tempo de acelerar esse crescimento, porque há "recursos disponibilizados pela solidariedade da UE", o "sistema científico mais rubusto e a trabalhar mais próximos da empresa" e há "recursos humanos mais qualificados".

Questionado sobre o porquê de haver outros países a crescer mais rápido Costa diz que "temos é que focar no futuro".

"Pela primeira vez neste século, Portugal cresceu acima da média europeia", repetiu o líder socialista.

"É fundamental não adiar a redução do IRS para 2025", concluiu.

Livre diz que proposta da IL beneficia os mais ricos

Rui Tavares diz que a taxa única da Iniciativa Liberal favorece "os mais ricos" e revela que já experimentou a calculadora para a proposta de IRS dos liberais.

O Livre que ir buscar "mais de dez mil milhões de euros" à evasão fiscal, combatendo-a.

"Achamos que o IVA da energia deve ser reduzido e a família mediana deve pagar menos IRS", acrescenta.

Ventura quer "moralizar" apoios sociais

O Chega quer "moralizar" os apoios sociais para que "quem não quer fazer nada" não continue a recebê-los de formas que Ventura diz serem indevidas.

O líder do Chega ataca António Costa por ter dito que "a história" explica o porquê de Portugal ter sido ultrapassado por vários países e assinala a "carga fiscal mais alta da história", a que se juntam o IVA e o preço da gasolina.

Sobre o país, Ventura assinala que tem de crescer "uniformemente" e não apenas no litoral.

"Temos 300 e tal milhões de euros que gastamos por anos em apoios não contributivos, temos de fiscalizar", assim como vários milhões em "observatórios contra o racismo ou contra o diabo que os carregue".

A economia paralela "tem também de ser combatida".

Sousa Real lembra que "os portugueses querem são soluções para o país"

"O PAN defende a revisão dos escalões do IRS", garante Inês de Sousa Real.

A porta-voz do PAN quer "acabar com as borlas fiscais", principalmente de "quem polui". Além disso, o PAN também defende "que deve ser descido o IRC", para "as empresas poderem suportar o aumento do Salário Mínimo Nacional".

Acusando os outros partidos de "darem aulas de economia", Sousa Real afirma que o que "os portugueses querem são soluções para o país"

"Defendemos a reposição dos 25 dias de férias e as 35 horas semanais", revela.

Livre não quer o país "a jogar para o empate" como a seleção

Com maioria à esquerda, o Livre será "parte da solução", com maioria à direita será "parte da oposição".

A antever um "vamos lá ver" de António Costa na noite eleitoral, Rui Tavares alerta para a necessidade criar "espaço negocial" e lança desde já o repto para definir, até 25 de Abril, as linhas gerais da governação.

"Às vezes temos um bocadinho a sensação de que o país joga como a seleção, para o empate", destaca o líder do Livre, que assinala que na esquerda é preciso haver pesos e contrapesos.

O voto no Livre "livra-nos do dilema entre o bloco central e a maioria absoluta".

"Portugal é o país da Europa Ocidental com o salário líquido mais baixo", lamenta Cotrim de Figueiredo.

"A forma mais rápido de subir salários líquidos é reduzir a carga fiscal sobre os salários e a forma mais evidente de travar esta emigração que António Costa que tanto se queixa", sublinhando que "a esmagadora maioria emigra para países liberais".

"As governações à esquerda o que têm feito não é baixar, é subir a carga fiscal", acusa Rio.

Rui Rio não concorda com Catarina Martins. O presidente do PSD diz que o que "deve baixar é o IRC, o IVA, o IMT, o IMI".

Bloco quer baixar IRS e IVA da eletricidade

O Bloco diz ser possível descer a taxa do IRS, além dos escalões do mesmo, mas considera também ser essencial descer o IVA da eletricidade, em especial num momento como o que vivemos, de inverno.

As verbas, defende, podem ser recuperadas no combate a esquemas como os utilizados nas offshore.

Cotrim de Figueiredo atira-se a Costa. "O que está aqui a acontecer é de extrema gravidade"

"O que está aqui a acontecer é de extrema gravidade porque António Costa está a pedir o voto aos portugueses e não está a explicar para quê. Não está a explicar que política de alianças tem, que governos viabilizaria, está a dizer que vai apresentar o mesmo Orçamento que foi chumbado no Parlamento. Diz que esse é o Orçamento que permitiria aliviar a classe média, mas a única coisa é o desdobramento dos escalões do IRS. É de extrema gravidade", considera o cabeça de lista da Iniciativa Liberal.

Porquê votar na Iniciativa Liberal? "Tem "um programa sempre muito bem estruturado, com uma ideologia muito bem marcada, com os objetivos eleitorais muito bem definidos".

"Já demonstrámos disponibilidade para nos sentarmos com o PSD a discutir o que seria um programa de Governo alternativo a este socialismo desgovernado", disse.

Chega mantém 7% como a porta para exigir entrar no Governo

O Chega quer "contribuir para uma maioria de direita alternativa a Costa", pelo que quer agora saber se o PSD "aceita uma maioria" com o partido.

Se o Chega tiver mais de 7%, "exigirá presença no Governo", como Ventura já tinha dito, depois do que aconteceu nos Açores "não ter corrido bem".

"O PSD não é capaz, sozinho, de fazer reformas estruturais", pelo que o partido de Ventura vai querer estar no Governo.

Sem o Chega "não haverá maioria à direita". Com votação menor do que 7%, votará "a favor do que for bom para o país".

PAN rejeita viabilizar um governo "que faça retrocessos em matéria de proteção animal"

Inês de Sousa Real, porta-voz do PAN, considera que "uma maioria absluta ou um bloco central não resolvem os problemas do país".

Disponível para conversar tanto à esquerda como à direita, "o PAN jamais viabilizar algum governo que faça retrocessos em matéria de proteção animal".

"A coligação que o PAN quer fazer é com o país", garante Sousa Real, lembrando que a crise climática "ficou para trás" na última legislatura.

Nenhum voto no CDS será um voto desperdiçado

Na primeira intervenção, o presidente do CDS, Francisco Rodrigues dos Santos, atirou-se logo a António Costa. Para 'Chicão', o líder socialista devia ter levado Pedro Nuno Santos para se entender com a extrema-esquerda, uma vez que Costa já disse que, em caso de derrota, saía de cena.

Para Francisco Rodrigues dos Santos, "nenhum voto no CDS será um voto desperdiçado". "É um voto contra António Costa e contra a sua aliança com a extrema-esquerda", disse.

António Costa diz que "faltou vontade política"

António Costa responde que os problemas das pessooas estariam a ser resolvidos se o Orçamento do Estado tivesse sido aprovado.

"Eu dei a cara há dois anos dizendo que a melhor solução era a continuação da geringonça", disse o secretário-geral do PS.

"O que faltou mesmo foi vontade política", atirou.

"Cada deputado da CDU é um contributo para garantir a estabilidade"

João Oliveira, que está em debate a substituir Jerónimo de Sousa, garante que a CDU está disponível "para convergir com todos aqueles que queiram convergir".

Sobre maiorias absolutas, o deputado do PCP diz que "se a política do governo resolver os problemas das pessoas, há estabilidade".

"A CDU tem sido a grande força de convergência para políticas de esquerda", afirma João Oliveira.

Bloco "não faltará" a solução de estabilidade

A coordenadora do Bloco de Esquerda destaca que no dia seguinte ao das eleições vai ser preciso discutir um "contrato" para governar.

"O Bloco de Esquerda não faltará" a uma solução de estabilidade, garante Catarina Martins.

"O dr. Rui Rio não tem razão, não se vota para primeiro-ministro, escolhe-se um Parlamento", atira a líder bloquista, que elogia os tempos e conquistas da geringonça, mas não deixa de assinalar a falta de médicos no Serviço Nacional de Saúde.

Rui Rio não se demite em caso de derrota

"Se eu não ganhar as eleições tenho de ter disponibilidade para negociar a governabilidade. Mas quero o contrário também, se for eu ganhar sem maioria absoluta, que é o mais provável, quero que os outros também tenham disponibilidade para negociar", começa por dizer Rui Rio.

"No dia, à noite não saio nem nunca sairia em circunstância alguma porque acho que é uma manobra teatral que não faz parte do meu estilo", garante o presidente do PSD, quando questionado se se demitiria em caso de derrota na noite eleitoral.

António Costa foge a um entendimento com o PSD

António Costa arrancou o debate com uma pergunta para os portugueses: "Como é que vamos governar a seguir ao dia 30 de janeiro?"

Para o atual primeiro-ministro, o futuro governo deve "devolver ao país a tranquilidade" e para isso pede uma "maioria absoluta" para garantir estabilidade durante quatro anos.

Questionado sobre um possível entendimento ao centro com o PSD, António Costa fugiu a uma resposta concreta e garante que se ganhar as eleições sem maioria assume as responsabilidades. Se perder, sai.

Arranca o debate

PS, PSD, BE, CDU (PCP/PEV), CDS-PP, PAN, Chega, Iniciativa Liberal e Livre enfrentam-se, esta noite, no segundo dia de campanha oficial para as eleições de 30 de janeiro.

António Costa, Rui Rio, Catarina Martins, João Oliveira, Francisco Rodrigues dos Santos, Inês de Sousa Real, André Ventura, João Cotrim de Figueiredo e Rui Tavares são os intervenientes.

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