Presidente da Câmara do Seixal renuncia ao mandato

O atual vice-presidente, Paulo Silva, vai liderar a autarquia.

PorLusa
© André Luís Alves / Global Imagens

O presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos (CDU), anunciou esta quarta-feira a sua renúncia de mandato, quase um ano depois de ter sido reeleito, ficando a liderar a autarquia o atual vice-presidente, Paulo Silva.

Joaquim Santos fez este anúncio na sua página no Facebook, explicando que terminará esta etapa de mais de 20 anos de exercício de poder local para poder voltar à sua carreira profissional, mas que ficará no cargo durante algum tempo para preparar a transição.

"Expresso aqui toda a minha confiança no Dr. Paulo Silva, que será assim o próximo Presidente da Câmara Municipal do Seixal, bem como a todos os vereadores da CDU e aos trabalhadores que nos acompanham", disse.

Numa mensagem dirigida aos munícipes, o autarca comunista, que lidera a Câmara Municipal do Seixal desde 2013, agradece a confiança que tiveram no projeto autárquico CDU no concelho do Seixal, manifestando-se grato a todas as equipas de eleitos e trabalhadores com os quais interagiu durante mais de 20 anos de exercício de poder local.

"Este foi um trabalho extraordinário estar ao serviço dos cidadãos, porém para mim esta etapa em breve terminará, para que eu possa abraçar a minha carreira profissional", explicou.

O autarca agradece também ao seu partido, o PCP, "toda a confiança depositada", referindo que "é com alegria" que abraçará novos projetos dentro do partido.

"Continuarei a ser militante do PCP e irei ter novas tarefas no meu partido. Não é já a despedida de presidente da Câmara Municipal, irei continuar durante algum tempo para preparar o novo plano de atividades e orçamento de 2023 para que a transição se faça com todas as condições e que esta Câmara Municipal continue do lado dos cidadãos, do desenvolvimento e da qualidade de vida", disse.

Joaquim Santos, engenheiro civil de profissão, foi reeleito presidente da Câmara Municipal do Seixal em setembro de 2021, pela CDU, para o terceiro mandato.

A CDU elegeu ainda cinco mandatos, não tendo a maioria absoluta.

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