Bloco acredita em "larga maioria" para aprovar eutanásia

O BE abre a legislatura com cinco diplomas entre eles está a despenalização da morte assistida. Lei da Nacionalidade, violência doméstica, taxas bancárias e salário mínimo são outros temas.

Na última legislatura, foi chumbada a despenalização da morte assistida , mas o Bloco de Esquerda acredita que, no novo quadro parlamentar, existe "uma larga maioria" que pode aprovar a eutanásia.

"Eu creio que até ao Orçamento de Estado é algo que nós gostaríamos de ver discutido, mas como devem imaginar não definimos unilateralmente o calendário da Assembleia da República",disse o líder parlamentar do Bloco, admitindo que é "ambiciosa" essa pretensão.

"Nós já temos uma base de trabalho que provou ter um apoio maioritário na Assembleia da República e daí a nossa disponibilidade para fazer o caminho o quanto antes", adiantou Pedro Filipe Soares.

A convicção foi expressa pelo líder parlamentar do Bloco no momento em que apresentou as primeiras cinco iniciativas do partido, nesta legislatura.

Entre elas estão também alterações à lei da nacionalidade, além de uma recomendação ao Governo para aumentar o salário mínimo nacional para 650 euros no próximo ano.

Mas os primeiros diplomas do Bloco que entraram foram dois de combate à violência doméstica: um para valorizar as declarações da vítima" nas primeiras 72 horas e outro que reconhece, como vítimas, as crianças que vivam em contexto de violência doméstica.

Pedro Filipe Soares adiantou ainda que, na próxima semana, dará entrada um sexto projeto relativo às comissões bancárias que o Bloco pretende extinguir ou fixar um teto máximo.

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