Calheta, na Madeira, dá a maior vitória a uma força política num concelho e Santa Cruz a menor

Em ambos os concelhos venceu a coligação PSD/CDS-PP.

O concelho da Calheta, na Madeira, deu à coligação PSD/CDS-PP a maior vitória percentual nas eleições legislativas de domingo, e o também madeirense concelho de Santa Cruz foi onde o vencedor obteve menor percentagem, segundo o EyeData.

De acordo com o portal disponível em www.eyedata.pt/eleicoes/legislativas2022, na Calheta (Madeira), a coligação entre o PSD e o CDS-PP liderou as vitórias de todo o país, ao dar aos vencedores 59,76% dos votos, ao passo que o PS obteve apenas 20,31%.

No extremo oposto está também um concelho madeirense, neste caso o de Santa Cruz, onde a presença do JPP originou uma disputa entre três forças políticas.

Assim, em Santa Cruz, a coligação PSD/CDS-PP obteve 28,85% dos votos, seguida de perto pelo PS, com 26,27%, e pelo JPP, que obteve 24,37% dos votos naquele concelho.

Em termos de distritos as diferenças não são tão pronunciadas, com a maior vitória a acontecer em Castelo Branco (47,65% para o PS) e a menor em Leiria (35,73%, também para o PS).

O PS venceu em todos os círculos eleitorais exceto na Madeira, onde a coligação PSD/CDS-PP ganhou com 39,83% dos votos dos eleitores.

Os socialistas alcançaram a maioria absoluta nas legislativas de domingo e uma vantagem superior a 13 pontos percentuais sobre o PSD, numa eleição que consagrou o Chega como a terceira força política do Parlamento.

Com 41,7% dos votos e 117 deputados no Parlamento, quando faltam atribuir apenas os quatro mandatos dos dois círculos da emigração, António Costa alcança a segunda maioria absoluta da história do Partido Socialista, depois da de José Sócrates em 2005.

O PSD ficou em segundo lugar, com 27,80% dos votos e 71 deputados, o Chega alcançou o terceiro lugar, com 7,15% e 12 deputados, a Iniciativa Liberal (IL) em quarto, com 5% e oito deputados, e o Bloco de Esquerda em sexto, com 4,46% e cinco deputados.

A CDU com 4,39% elegeu seis deputados, o PAN com 1,53% terá um deputado no Parlamento, e o Livre, com 1,28% também um deputado. O CDS-PP alcançou 1,61% dos votos, mas não elegeu qualquer deputado.
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