Candidato a deputado? Tiago Mayan "vai participar nas legislativas". Falta saber em que cargo

O antigo candidato a Belém defende "a meta ambiciosa" para as legislativas, e diz que o objetivo da IL "não é ganhar por ganhar".

Tiago Mayan Gonçalves não revela se é ou não candidato a deputado pela Iniciativa Liberal (IL), nas eleições legislativas, e remete para segunda-feira, depois do conselho nacional do partido. Na convenção da IL não vão ser anunciados os candidatos do partido às eleições legislativas, sabe-se apenas que o cabeça de lista em Lisboa vai ser João Cotrim de Figueiredo.

No Porto, Tiago Mayan Gonçalves é apontado como um dos nomes que estará na lista da IL, depois do bom resultado nas eleições presidenciais e de ter vencido a junta de freguesia de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde.

Em entrevista à TSF, Mayan Gonçalves garante que "vai participar na campanha para as eleições legislativas", mas falta decidir em que cargo, "se como candidato ou militante de base". O antigo candidato presidencial recusa "retirar o foco da convenção".

Sobre os objetivos do partido para as eleições de 30 janeiro, que quer eleger cinco deputados, subindo de 1,29% de votos para "4,5% dos votos a nível nacional", Tiago Mayan Gonçalves não vê a meta como ambiciosa, "mas consonante com a estratégia que tem sido tomada e com os sinais" da população.

Questionado sobre a posição da IL nas eleições autárquicas, que não apoiou o candidato Carlos Moedas, que acabou por vencer a autarquia numa coligação que agregou a direita, Tiago Mayan defendeu que "não foi um erro" não apoiar o antigo comissário.

"O objetivo em qualquer eleição não é ganhar por ganhar, e somar posições e pessoas com cargos, é ter espaço e capacidade para transmitir uma visão distinta. No contexto de Lisboa era importante fazer essa afirmação, e não diluir a mensagem liberal numa amálgama de uma coligação Frankenstein que representaria muito pouco", assume à TSF.

Tiago Mayan Gonçalves sublinha que "não se elegeu um vereador, mas elegeram-se várias vozes próprias". Ainda assim, Mayan assume que "não indiferente a mudança em Lisboa", mas as propostas da IL "merecem estar no boletim de voto em qualquer circunstância".

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