CDS foi ao aeroporto pedir "uma moedinha para a TAP" e defender privatização

A ação de campanha do CDS-PP aconteceu no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto.

O CDS-PP esteve esta segunda-feira no Aeroporto do Porto a pedir "uma moedinha para a TAP" e a defender a privatização da companhia aérea, com o presidente do partido a criticar a "teimosia" do governo socialista.

A caravana do CDS-PP teve uma ação de campanha diferente do tradicional, com jovens da Juventude Popular mascarados com a cara do primeiro-ministro, António Costa, a pedir "uma moedinha para a TAP" para "salvar esta empresa pública que é muito estratégica para o país".

"Se nós aumentarmos os impostos vamos perder as eleições, por isso temos de andar a pedir dinheiro", explicou um dos jovens mascarados.

Em declarações aos jornalistas, o presidente do CDS-PP considerou que "o dossiê da TAP tem sido uma teimosia do ministro Pedro Nuno Santos e uma buraco negro da gestão socialista", apontando que "os portugueses estão a ser chamados cada vez mais a pagar com os seus impostos o desastre que foi a nacionalização" da transportadora aérea.

"Este dinheiro não tem vindo do céu, vem do bolso dos portugueses e é fundamental que se perceba que a vocação do Estado não é gerir empresas privadas", salientou.

Na sua ótica, "o caminho para a TAP" passa pela privatização da empresa.

"O Governo socialista deve abandonar esta teimosia de achar que só uma empresa propriedade do Estado é que pode exercer um bom serviço público na área do transporte aéreo", criticou, contrapondo que o Estado "não deve ser a vocação para gerir empresas de transportes".

Por isso, defendeu que "sempre que o privado fizer melhor, for mais eficiente e conseguir poupar dinheiro aos contribuintes tanto melhor".

Apontando que a TAP "atingiu uma quota de marcado no Porto de 10%, Francisco Rodrigues dos Santos criticou que está a ser "gerida de forma bastante desproporcional" porque todos os portugueses foram chamados a contribuir quando "ela serve apenas uma parte do país".

"Três mil milhões de euros fazem muita falta à economia, às empresas e às famílias", defendeu.

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