CDS-PP quer solução "efetiva, rápida e consequente" para fim do conflito

Os centristas consideram que esta ofensiva russa "representa um ataque infame a um país soberano e uma violação grosseira do direito internacional".

O CDS-PP considerou esta quinta-feira que a ação militar da Rússia contra a Ucrânia é "um ataque infame" e uma "violação grosseira do direito internacional" e defendeu uma "solução efetiva, rápida e consequente" para acabar com o conflito.

"A guerra iniciada hoje [quinta-feira] pela mão da Rússia na Ucrânia representa um ataque infame a um país soberano e uma violação grosseira do direito internacional que ninguém pode deixar de condenar", afirma o vice-presidente centrista Pedro Melo.

Em comunicado enviado à Lusa, o CDS solidariza-se "com todo o povo ucraniano e, em especial, com as famílias das primeiras vítimas deste lastimável conflito".

Os centristas exortam também "o Governo português a atuar em conjunto com a comunidade internacional, no quadro das Nações Unidas, da NATO ou outro, a fim de que se encontre uma solução efetiva, rápida e consequente para pôr cobro à guerra na Ucrânia".

A Rússia lançou esta quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar em território da Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que as autoridades ucranianas dizem ter provocado dezenas de mortos nas primeiras horas.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que o ataque responde a um "pedido de ajuda das autoridades das repúblicas de Donetsk e Lugansk", no leste da Ucrânia, cuja independência reconheceu na segunda-feira, e visa a "desmilitarização e desnazificação" do país vizinho.

O ataque foi de imediato condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), União Europeia (UE) e Conselho de Segurança da ONU.

ACOMPANHE AQUI A ESCALADA DE TENSÃO ENTRE A RÚSSIA E A UCRÂNIA

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