CDS propõe alargar capacidade do voto antecipado e possibilitar voto em isolamento

Governo está a ouvir partido para encontrar "as melhores soluções" para as próximas eleições.

Francisco Rodrigues dos Santos afirmou que o CDS propôs ao Governo a existência de dois dias para votar: um para quem está a cumprir isolamento e outro para os restantes eleitores. No caso de esta solução não ser possível, o partido apresentou outras duas soluções.

"A primeira é aumentar a capacidade do voto antecipado em mobilidade no dia 23 de janeiro e a segunda é criar uma solução de Conselho de Ministros que possibilite a todos os portugueses que estejam em confinamento poder exercer o seu direito de voto numa janela horária específica, nomeadamente no final do dia, para que possam exercer o direito de voto sem colocar em causa a restante população", explicou o líder do CDS.

No domingo, o primeiro-ministro, António Costa, disse em Elvas que o Governo ia ouvir os partidos para se encontrarem "as melhores soluções" para que, apesar do aumento do número de infeções por SARS-CoV-2, "o maior número de pessoas possa votar".

Antes de Francisco Rodrigues dos Santos, a ministra recebeu o secretário-geral da Iniciativa Liberal, Miguel Rangel, o presidente do Chega, André Ventura, a deputada do PEV, Mariana Silva e o deputado do PAN, Nelson Silva.

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