Chega diz que elevada abstenção significa que os "políticos falharam"

Diogo Pacheco Amorim afirmou que a taxa de abstenção não surpreende "mas magoa".

O Chega considerou este domingo que a elevada taxa de abstenção projetada pela RTP e pela SIC, entre os 45% e os 50%, é "grave" e significa que "os políticos falharam".

Em declarações aos jornalistas, em Braga, na sede eleitoral do partido, Diogo Pacheco Amorim, atualmente deputado na Assembleia da República, a substituir André Ventura, afirmou que a taxa de abstenção não surpreende "mas magoa".

A abstenção nas eleições autárquicas deste domingo situou-se entre 45% e 50%%, de acordo com projeções divulgadas pela RTP e pela SIC.

"Os políticos mais uma vez falharam, principalmente os políticos das autarquias, que são aqueles que mais dizem às pessoas e que mais confiança costumam gerar", afirmou o deputado.

Segundo o Chega "isto é grave", embora não seja surpreendente: "Não deixa de não nos surpreender mas como políticos magoa-nos. Isto tem a ver com as eleições autárquicas que ate agora mobilizavam bastante as populações, era uma politica de proximidade", afirmou.

Quanto a possíveis resultados para o Chega, Diogo Pacheco Amorim adiantou que esses são esperados "com esperança".

Este domingo mais de 9,3 milhões de eleitores (9 323 688 cidadãos inscritos) estavam inscritos para escolher em os órgãos autárquicos dos 308 municípios de Portugal.

Serão eleitos os presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal dos 308 municípios do país e os 3091 presidentes e executivos das Juntas de Freguesia (na ilha do Corvo, nos Açores, o concelho com menos eleitores, o executivo municipal desempenha também as competências atribuídas à freguesia).

As mesas de voto fecharam às 20h00.

LEIA AQUI TUDO SOBRE AS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS

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