Costa volta a chamar PRR para destacar "absoluta impreparação da oposição"

O secretário-geral do PS até afirmou que o partido "não faz campanha a atacar a oposição", mas lançou novas farpas à direita.

António Costa acusa a oposição de impreparação quanto ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e volta a sublinhar que o programa é "do país e não do PS". Em Viana do Castelo, numa ação de campanha, o secretário-geral e primeiro-ministro lembrou que o PRR já não é uma página em branco.

Numa noite fria, no extremo Norte de Portugal, António Costa afirmou que a bazuca "é um compromisso que já está contratualizado, sem promessas ou chantagens".

"A obra faz-se, ganhe quem ganhar. Mas o que está em causa é compreendermos o grau de absoluta impreparação da oposição, que nem compreende o que é o PRR e a missão patriótica que todos temos de colocar o programa em marcha, para o bem de Portugal", atirou.

O secretário-geral do PS até afirmou que o partido "não faz campanha a atacar a oposição", mas lá lançou nova farpa à direita, lembrando que o plano "já não é uma folha em branco".

"Convém dizer a esses todos que andam distraídos , que o PRR já não é uma folha em branco à espera de imaginação. É um contrato já assinado com a União Europeia, com os projetos identificados, verbas financiadas e já fixou o calendário", sublinha.

Costa lembra ainda que as verbas da bazuca só vão chegar aos cofres do Estado português se o país "atingir as metas com que se comprometeu" com Bruxelas.

Já do líder da distrital do PS em Viana do Castelo seguiu uma crítica direta para Rui Rio. Miguel Alves acusa o PSD de estar preocupado apenas com a própria casa.

"O PSD tem um problema a ler as siglas. Enquanto que para todo o país, PRR significa Plano de Recuperação e Resiliência para Portugal, para o PSD este é um plano de resiliência do Rio à frente do PSD", atira.

Miguel Alves aconselha os social-democratas a "não misturar Portugal com a associação de condomínios do PSD": "As batalhas autárquicas são as batalhas por Portugal e pelos portugueses".

Críticas à direita numa noite para passar o testemunho no PS local. O atual presidente da câmara, José Maria Costa vai deixar a autarquia pelo limite de mandatos, com Luís Nobre a tentar assegurar uma câmara que é socialista desde 1993.

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