"Inaceitável." Cristas reage após confusão na arruada do Porto

Assunção Cristas garante que episódios como os desta quinta-feira não vão tirar-lhe a vontade de defender as ideias em que acredita e garante que conversa "sempre com todos".

A líder do CDS-PP, Assunção Cristas, lamentou ao início da madrugada desta quinta-feira a tentativa de agressão de que foi alvo, esta quarta-feira, durante uma ação de campanha no Porto.

No Facebook, a líder centrista agradeceu as "mensagens de solidariedade, apoio e preocupação" que recebeu e quis deixar vincada uma ideia: "Percorro todo o país e converso com todas as pessoas. Gostem ou não de mim. Apoiem ou não as minhas ideias e as propostas do meu partido. Converso sempre com todos. Todos. De forma educada e civilizada."

No texto publicado, Cristas lamenta a abordagem de que foi alvo nas ruas da Invicta e escreve que "este tipo de situações são inaceitáveis", em especial numa cidade de que gosta "tanto".

Assunção Cristas explica que também um membro da Juventude Popular acabou por se ver envolvido no episódio, deixando-lhe "uma palavra de carinho".

Por último, a líder do CDS garante que volta às ruas já esta quinta-feira - a caravana do CDS vai passar por Barcelos, Viana do Castelo, Ponte de Lima e Gondomar - e deixa um aviso: "Se alguém pensa, qualquer que seja a motivação, que me pode condicionar com este tipo de ações, desengane-se. Continuarei a defender as ideias em que acredito. Sempre em liberdade."

Em Barcelos, o​​​​​​ CDS já admitiu que não vai apresentar queixa contra a mulher porque "não é possível sequer identificar a senhora", dado que "foi tudo muito rápido".

A arruada do CDS-PP, com Assunção Cristas, no Porto viveu esta quarta-feira momentos de tensão, com protestos de pessoas contra o ex-governo PSD/CDS, empurrões e até uma tentativa de agressão à líder centrista.

Foi a terceira pessoa que, durante a arruada, gritou e protestou contra o anterior Governo, a que Cristas pertenceu, e as medidas de austeridade quando a tentativa de agressão aconteceu, junto à rua de Santa Catarina, por uma mulher que se aproximou de Cristas aos gritos e empurrou-a.

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