Proteção Civil vai participar na distribuição das vacinas para a Covid.-19

Eduardo Cabrita deu posse ao sucessor de Mourato Nunes e revelou um dos desafios que há para abraçar nos próximos tempos.

Eduardo Cabrita afirma que os últimos anos foram particularmente difíceis para a Proteção Civil - desde os incêndios, ao furacão Leslie - mas garante que um dos novos desafios está para breve, quando a vacina da Covid-19 chegar.

Um dos objetivos "é a colocação na Proteção Civil da estrutura de apoio aos cinco secretários de Estado que têm funções de coordenação regional de combate à pandemia", com "apoios de retaguarda" que já existem três no Porto. "Será já a participação, juntamente com entidades da área da Saúde e Defesa Nacional, na programação do planeamento e na resposta de distribuição de vacinas pelos portugueses logo que esteja distribuída."

O governante assegura que a "confiança dos portugueses" é fundamental e alerta que o que espera Duarte da Costa "não serão facilidades", mas contará com a "solidariedade do Governo e apoio das instituições".

O ministro da Administração Interna acredita que o brigadeiro-general Duarte da Costa é a pessoa certa para estar à frente da Proteção Civil. Na cerimónia de tomada de posse do novo presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil, onde esteve presente o primeiro-ministro, Eduardo Cabrita recordou o percurso do homem que foi comandante nacional de operações nos últimos três anos e que agora substitui Mourato Nunes.

"O senhor general Duarte da Costa com as suas décadas de serviço ao país nas Forças Armadas, mas também num quadro de outras funções de natureza pública e sobretudo estes três anos de dedicação ao sistema de Proteção Civil criam-nos a confiança de que é, neste momento, numa dimensão de passagem de testemunho para aprofundamento do caminho que vem sendo traçado, a personalidade certa pela experiência de vida, pelas qualidades pessoais e profissionais para um novo tempo em que a PC estará cada vez mais como o garante da segurança, da coesão da paz", apontou o governante.

Pouco antes, Duarte da Costa tinha prometido responsabilidade, lealdade e união, tendo sempre "por base a ideia essencial de construir pontes e gerar consensos".

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