Educação é "essencial" para "frustrar manifestações de xenofobia e racismo"

O presidente da Assembleia da República lembra que o valor da história é "imprescindível", mas coloca a educação como "essencial" no momento de travar o racismo e a xenofobia.

Ferro Rodrigues presidiu à Cerimónia de Evocação do Dia de Memória do Holocausto e, numa altura em que se combatem os populismos, lembrou que não se pode ignorar que o racismo e a xenofobia não terminaram com o fim da II Guerra Mundial.

O presidente da Assembleia da República acredita que o foco deve estar na educação, como já acontece no currículo escolar português. "Se a história é imprescindível para desvendar este período negro da humanidade e nos avisar para as suas consequências, a educação para a cidadania, ao fomentar o respeito pelo outro numa sociedade inclusiva, promotora de igualdade, da democracia e da justiça social é essencial para frustrar manifestações de xenofobia e racismo e a ocorrência de atos de violência", justifica.

"O antissemitismo, o racismo e a xenofobia não começaram com o nazismo e não terminaram com o fim da II Guerra Mundial. Não podemos ignorar que ao longo dos séculos e por todo o globo sempre se verificaram manifestações de ódio e atos de violência contra judeus", apontou Ferro Rodrigues.

Desta forma, lembra que "o holocausto é o exemplo maior da barbárie nazi com seres humanos, perseguidos, encarcerados, deportados ou mortos pelas suas crenças, opções políticas, orientação sexual, condições físicas ou origens".

Na cerimónia estiveram presentes o Embaixador de Israel em Lisboa, Raphael Gamzou, o presidente da Comunidade Israelita de Lisboa, José Oulman Carp, e o presidente da Fundação Aristides de Sousa Mendes, José Leitão.

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