Em caso de convite, António Costa terá "muito gosto" de visitar a Ucrânia

O primeiro-ministro garante que o executivo português não vai "a um país onde não fomos convidados a ir."

O primeiro-ministro, António Costa, garantiu esta quarta-feira que se for convidado para visitar a Ucrânia terá "muito gosto" em ir, mas confessou que ainda não existiu qualquer chamada e, portanto, disse que, por enquanto, não vai "a um país onde não fomos convidados a ir."

A posição foi vincada numa entrevista promovida pelo Clube de Jornalistas, em parceria com a agência Lusa e a Escola Superior de Comunicação Social, no âmbito dos 50 anos das comemorações do 25 de Abril e dos 40 anos do clube.

O primeiro-ministro também afirmou, durante a entrevista, que "em circunstância alguma" estará disponível para ser presidente da Comissão Europeia em 2024 e recusou a possibilidade de assumir outros cargos e deixar o Governo antes do fim do mandato.

"Em circunstância alguma em 2024, quando quer que seja, eu estarei disponível para ser presidente da Comissão Europeia", revelou, na entrevista com cinco jornalistas de cinco diferentes gerações (Henrique Garcia, Luísa Meireles, Ana Sá Lopes, Rita Tavares e Filipe Santa-Bárbara, da TSF) e que foi conduzida por Maria Elisa Domingues.

O chefe de Governo recusou que vá manter-se no cargo até ao final do mandato porque "tem de ficar" mas sim porque quer ficar e disse não estar "a fazer nenhum sacrifício" nem "um favor a ninguém", até porque já teve "uma hipótese de não ficar".

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