"Fazer renascer o CDS." Cristas apoia Nuno Melo na corrida à liderança do partido

O CDS-PP escolhe, este fim de semana, em congresso, o nome que irá suceder a Francisco Rodrigues dos Santos na presidência do partido.

A antiga líder do CDS-PP, Assunção Cristas, manifestou, esta sexta-feira, o apoio a Nuno Melo, na candidatura à presidência do partido.

Numa publicação feita, esta manhã, na sua página de Facebook, Assunção Cristas afirma que o eurodeputado centrista "é quem está em melhores condições para ajudar a fazer renascer o CDS", naquele que classifica como um "momento tão difícil para o partido".

"É com sentido de gratidão que vejo o Nuno Melo avançar para a liderança do CDS", declara a antiga presidente do partido, na publicação na rede social. "Que o congresso corra muito bem e seja um momento de união e afirmação é o meu profundo desejo", acrescentou ainda.

Nuno Melo contará também com o apoio de outro ex-presidente do CDS-PP, Paulo Portas, de acordo com o jornal Expresso. Em declarações citadas pelo Expresso, Portas refere que dará "certamente um sinal de reconhecimento ao Nuno Melo".

"Fui 16 anos presidente do CDS e, obviamente, sei que os resultados das últimas eleições puseram o partido numa situação de muito risco. Admiro a determinação do Nuno Melo em candidatar-se nestas circunstâncias", afirmou Paulo Portas. "Sinto que, como antigo líder, tenho o dever de lhe dar esse sinal de confiança."

O CDS-PP reúne-se em congresso, este fim de semana, em Guimarães, para eleger o novo líder, que irá suceder a Francisco Rodrigues dos Santos - que apresentou a demissão, após os resultados eleitorais das últimas legislativas, nas quais o partido perdeu, pela primeira vez na História, a representação parlamentar.

Além de Nuno Melo, o único eurodeputado do partido e líder da distrital de Braga, há outros três candidatos que já se chegaram à frente para corrida à liderança: Miguel Mattos Chaves, ex-líder da concelhia da Figueira da Foz e vogal da Comissão Política Nacional, Nuno Correia da Silva, antigo vereador da Câmara de Lisboa e vogal da Comissão Política, e Bruno Filipe Costa, antigo membro da concelhia de Lisboa. Os estatutos do partido permitem, no entanto, o surgimento de outras candidaturas à liderança durante o congresso.

Notícia atualizada às 12h55

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