Fogos de outubro continuam "ferida aberta" por inação política nas florestas

Catarina Martins defende que "muito pouco mudou" desde 15 de outubro de 2017, dia em que morreram 50 pessoas devido a vários incêndios na região Centro.

A coordenadora do BE considerou que os incêndios de há cinco anos, em que morreram 50 pessoas, são "uma ferida aberta no país até hoje" pela inexistência de um verdadeiro "compromisso político" que repense as florestas.

"Esse dia [15 de outubro de 2017] é uma ferida aberta no nosso país até hoje, porque se depois desses incêndios houve um compromisso político de investir na floresta [...], na verdade muito pouco mudou desde aí", sustentou Catarina Martins num vídeo publicado na rede social Facebook.

Os sapadores florestais a "ser poucos e sem carreiras ou condições de trabalho", não houve investimento nas florestas ou apoios para os produtores do Interior, acrescentou a coordenadora bloquista.

"As alterações climáticas estão aí e cinco ano depois desta tragédia o BE reafirma o seu compromisso no investimento na floresta e no território", completou a dirigente do partido, por exemplo, através da utilização de fundos europeus, em vez de servir "os mesmos latifundiários".

Há cinco anos, os incêndios que 15 de outubro provocaram a morte a 50 pessoas e 70 feridos durante as horas em que consumiram vários hectares de floresta na região Centro.

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