"Gosto de passar férias no Algarve, mas a região não pode estar dependente dos turistas"

Perante cerca de 300 militantes, em campanha eleitoral, o primeiro-ministro lembrou que o Algarve saiu particularmente prejudicado com a pandemia.

Pouco depois de estar em Lisboa, António Costa seguiu para o Algarve, para um novo ponto de campanha da caravana socialista. O secretário-geral do PS lembrou que o Governo se bateu em Bruxelas para aumentar os fundos para a região, porque "o Algarve não pode estar apenas dependente do turismo".

O PS tenta tirar a câmara Municipal de Faro ao PSD, que é laranja desde 2009, com o socialista João Marques.

Perante cerca de 300 militantes, o primeiro-ministro lembrou que o Algarve saiu particularmente prejudicado com a pandemia, que fechou portas ao turismo, e sublinhou que é preciso diversificar a economia na região.

"Como costumo dizer, gosto muito de passar 15 dias de férias no Algarve. Mas o Algarve não pode estar dependente do mês de férias dos turistas. As algarvias e os algarvios têm de ganhar a vida 365 dias por ano", aponta.

E o Governo bateu-se em Bruxelas para aumentar os fundos para a região, com um aumento de 660 milhões de euros.

"Se fizermos bem as contas, o que temos nos próximos sete anos no Algarve é a diferença entre os 318 milhões de euros que o Algarve teve direito nos últimos sete anos, e os 978 milhões de euros que a região vai ter para executar o PT2030 mais o Plano de Recuperação e Resiliência", explica.

"Não é ter menos turismo, é ter mais economia, além do turismo", salienta o primeiro-ministro, que sai do Algarve, rumo ao norte, para mais um dia de campanha eleitoral.

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