IL diz ser "provável" que suspensão das aulas não termine a 8 de fevereiro

Antes de 8 de fevereiro não devem haver conclusões sobre o impacto do encerramento das escolas na pandemia. A venda de livros em supermercados pode voltar a ser permitida.

Após a audiência com o Presidente da República, João Cotrim Figueiredo, da Iniciativa Liberal (IL), referiu que "é provável" que até ao dia 8 de fevereiro não haja conclusões sobre o impacto do encerramento das escolas na pandemia e que permitam o regresso às aulas.

"Não me espantaria que voltassem a ser prolongados os períodos de suspensão", o que levaria a uma nova adaptação do calendário letivo, assinala Cotrim Figueiredo, ressalvando que essa não é uma competência do Presidente da República e que é preciso esperar pela decisão do Governo. "É uma curiosidade que tínhamos e a que o Sr. Presidente também não pôde responder", ressalva.

João Cotrim Figueiredo revelou também que Marcelo vai fazer "alguns ajustes" ao decreto presidencial "relativamente ao ensino à distância, quer no ensino cooperativo e privado, quer no público" e que há "possibilidade de voltar a permitir a comercialização de livros nos estabelecimentos que estão abertos para vender bens alimentares".

O partido mantém-se contra "este estado de emergência" apesar de considerar ser necessário um confinamento geral.

"Admitimos que é possível ter necessidade de confinamento geral e a cobertura legal do estado de emergência, mas não este estado de emergência, que já provou que dá poderes excessivos ao Governo dos quais ele abusa, como é o caso do que fez relativamente ao ensino à distância nas escolas", explicou o líder da Iniciativa Liberal.

Sobre a recusa em ser vacinado para já, o líder da IL refere que "não faz sentido nenhum" receber a vacina antes de cidadãos de risco, mais velhos ou que estão na linha da frente do combate à Covid-19.

João Cotrim Figueiredo admite, no entanto, que deve existir uma "discussão técnica" sobre a vacinação de figuras do Estado que "não possam ser substituídas", adiantando que serão "muito poucas".

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