CDS "a vender o próprio peixinho"

Ora nas feiras, ora nos mercados, Nuno Melo distribui panfletos e canetas do CDS e vai dizendo que "não são cheques, somos nós a vender o nosso peixinho". O candidato que se diz "homem de fé", prefere não se entregar nas mãos da providência divina e, no mercado de Ovar, percorreu uma a uma as bancas de frutas e legumes frescos e as tendas, ora chocando com os cabides de soutiens, ora comentando a qualidade do têxtil na lingerie masculina. Na derradeira semana de campanha há que suar a camisa, até porque para "o 25 novembro ganhar o 11 de março" não basta criticar comunistas e bloquistas. Há que fazer pela vida... e pelo negócio.

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