Menezes assume dez compromissos para a cidade do Porto

Na apresentação da sua candidatura, Luís Filipe Menezes sugeriu a outros candidatos e reafirmou o compromisso de fundir o Porto e Gaia e assim criar a maior cidade do país.

Luís Filipe Menezes assumiu, este sábado, dez compromissos em relação à cidade do Porto, na apresentação da sua candidatura à câmara da cidade Invicta.

Na Alfândega do Porto, o ainda autarca de Gaia garantiu que a sua candidatura está aberta a todos e que se apresenta com determinação e com um projeto, mas consciente de que a última palavra pertence ao povo.

No seu discurso, Menezes saudou o candidato socialista Manuel Pizarro e, numa referência indireta a Rui Moreira, que poderá também candidatar-se à câmara do Porto, pediu ao presidente da Associação Comercial do Porto para não hesitar em avançar.

«Não esperem vagas de fundo e não joguem jogos de bastidores e que tenha a coragem, determinação e a lisura de dizer ao que vêm e o que querem fazer», acrescentou.

Menezes pediu ainda a este tipo de candidato para que «não comuniquem pelos jornais, nomeadamente pelos jornais da capital», mas «comuniquem no Porto, com o Porto e para o Porto».

O autarca sublinhou ainda que não mudou de opinião em relação à fusão das cidades do Porto e de Gaia e garantiu que irá propor ao próximo presidente da câmara de Gaia à «fusão de serviços e empresas».

Luís Filipe Menezes quer ainda que, na próxima legislatura local, Porto e Gaia trabalhem conjuntamente em «projetos estratégicos por forma a construir no prazo de quatro anos após referendo à população a maior cidade de Portugal».

Desta forma, as duas cidades numa só teriam a «massa crítica demográfica, orçamental e territorial necessárias às exigências de um Porto forte de futuro».

Para além disto, Menezes comprometeu-se ainda a repovoar e reordenar o Porto, restaurar o património edificado, apostar no turismo permanente e criar uma associação que tenha como objetivo fazer diplomacia económica ao nível da região.

Este social-democrata quer ainda projetar a Universidade do Porto e criar uma cidadania mais participativa através da formação de um Senado de 15 membros que funcionem como conselheiros do presidente da câmara e que seria liderado por Daniel Serrão, do Conselho de Ética para as Ciências da Vida.

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