PSD defende reforma da justiça para combater poderes corporativos

O Conselho Estratégico Nacional social-democrata esteve centrado na temática da justiça.

Há urgência em reformar o sistema de justiça português. A ideia sai reforçada do Conselho Estratégico Nacional do PSD, que decorreu em Coimbra e que esteve centrado na temática da justiça.

Uma reforma que, para o PSD, é urgente e que nenhum Governo fazê-la sozinho. A justiça não pode ter soluções de usar e deitar fora, como uma pastilha elástica. É preciso uma reforma de fundo.

David Justino, vice-presidente do PSD, apelou em Coimbra à construção de uma base de compromisso político que permita concretizar esta reforma. "Só é possível se for possível construir uma base de compromisso político que a viabilize e a concretize", afirma.

Continuam a existir em Portugal problemas e desigualdades no acesso à justiça e é preciso atua nas causas que levam à corrupção do sistema.

Nenhum governo, isolado, conseguirá chegar a bom porto sozinho.

"Se o tentar ficará o país hipotecado às intervenções casuísticas e ao reforço dos poderes fáticos e não legítimos, e corporativos, que estão presentes neste setor", acrescenta. David Justino lembrou a necessidade de combater ainda a rede de clientelas e parentelas, que marcam a promiscuidade do setor. Razões pelas quais, diz o vice-presidente, o PSD não abandona a reforma política da sua agenda.

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