"Velhaca maledicência." Sócrates rejeita ter influenciado Berardo a comprar ações do BCP

José Sócrates diz que nunca falou de investimentos com Berardo e acusa ex-administrador do BCP de "pura e velhaca maledicência".

O antigo primeiro-ministro, José Sócrates, garante que não influenciou Joe Berardo a reforçar a sua posição no Banco Comercial Português e acusa o ex-administrador do BCP Filipe Pinhal de "pura e velhaca maledicência".

" Nunca tive sequer conhecimento, fosse por quem fosse, da sua intenção de reforçar a sua posição acionista no Banco Comercial Português", lê-se no texto redigido pelo ex-governante.

Numa nota enviada à comunicação social, Sócrates reage às declarações de Filipe Pinhal, ex-administrador do BCP, que na sua audição na segunda comissão parlamentar de inquérito à recapitalização e gestão da CGD revelou que Joe Berardo terá sido influenciado para reforçar a sua posição no banco, com recurso a financiamento da Caixa Geral de Depósitos (CGD).

Sócrates garante ainda que nunca interferiu nem influenciou "nenhuma decisão dos acionistas do banco relativas à escolha da sua Administração".

As "despudoradas sugestões" - como José Sócrates lhes chama - feitas no âmbito desta audição são, segundo o próprio, "pura e velhaca maledicência".

Entre outras ideias que transmitiu na comissão de inquérito, Filipe Pinhal disse presumir que a alegada influência de José Sócrates sobre Berardo estaria relacionada com a "guarda da coleção [de arte, no Centro Cultural de Belém] com despesas pagas pelo Estado".

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