Tomada de posse "em princípio mantém-se dia 23". Marcelo prevê "redução de restrições"

Presidente da República considera que próximas medidas vão marcar uma fase de transição da pandemia para a endemia.

Marcelo Rebelo de Sousa adiantou que, após a reunião com o Infarmed, o Governo não deve anunciar "nada de muito novo", mas deverá haver uma redução das restrições que marcará a fase de transição da pandemia para a endemia.

"Deve haver uma redução das restrições, que já foi sendo anunciada paulatinamente para preparar a opinião pública, mas não há nada como ouvir os especialistas. Temos uma diminuição do número de casos, internamentos e mortes. Tudo a caminhar no mesmo sentido", explicou Marcelo aos jornalistas.

Apesar de se prever um alívio das restrições, Marcelo acredita que devem continuar a haver alguns condicionamentos na tomada de posse do novo Governo, pelo menos no que toca a convidados.

"O que tem acontecido nas últimas tomadas de posse pontuais é existirem algumas restrições sanitárias, provavelmente vão haver algumas nesta", afirmou o Presidente da República.

Quanto à tomada de posse, Marcelo continua a apontar o dia 23 de fevereiro como a data mais provável para a tomada de posse do Governo. Para já, aguarda a decisão do Tribunal Constitucional, que chegará nos próximos dias.

"Depois são publicados os resultados oficiais e há três dias previstos para a instalação da Assembleia da República. Só a seguir a isso, em rigor, é que é formado o Governo, é comunicada a orgânica e composição do Governo ao Presidente da República e depois há a tomada de posse. Em princípio mantém-se a data de dia 23", defendeu.

O primeiro-ministro convocou para quarta-feira uma reunião com peritos para avaliar a situação epidemiológica do país, num momento em que estão a descer o número de infeções e o índice de transmissão da Covid-19.

Na sexta-feira, de acordo com a Direção-Geral da Saúde, o índice de transmissão (Rt) do coronavírus SARS-CoV-2 registou uma descida para 0,88 e a incidência de infeções voltou a baixar, chegando aos 6099,6 casos por 100 mil habitantes.

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