"Não deve haver gato escondido." Costa critica programa de Governo do PSD

António Costa diz que não vai "estar a jogar pingue pongue" com Rui Rio.

António Costa respondeu a Rui Rio e acusou o líder social-democrata de estar a esconder o seu verdadeiro programa eleitoral.

"O doutor Rui Rio devia apresentar aos portugueses o seu verdadeiro programa e não esconder o seu verdadeiro programa", disse durante uma ação de campanha em Coimbra. A ideia repetiu-se pouco depois: "O PSD tem de assumir o seu programa."

O líder socialista diz que os portugueses compreendem que "é necessário darem uma vitória ao PS no próximo domingo" e voltou a dar uma alfinetada ao PSD, porque "cada partido deve expor o seu o programa, não o esconder, porque não deve haver gato escondido".

Sobre o próprio programa, António Costa diz que é "um programa que apoia a continuação da subida do salário mínimo nacional, das pensões, que apoia o reforço do SNS, que apoia a manutenção de uma segurança social pública, que apoia uma justiça independente".

"Eu não vou estar a jogar pingue pongue com o doutro Rui Rio. O meu diálogo é com os portugueses sobre o que é que nós queremos continuar a fazer. O PSD é contra a subida do salário mínimo, mas chega às eleições e finge que não é. É contra o aumento extraodinário das pensões, mas chega às eleições e não sabe dizer o que é que faz. Sobre o Serviço Nacional de Saúde já disse tudo e o seu contrário. Quer dizer, a falta de clareza não está. A falta de clareza está mesmo no nosso adversário Por isso, o que nós dizemos aos portugueses é que com a credibilidade do que fizemos nos últimos seis anos dizemos que vamos continuar a fazer o devemos fazer, cada vez mais e cada vez melhor", argumentou António Costa.

O secretário-geral do PS tem "grande confiança nos resultados de domingo" e volta a abrir a porta ao diálogo. "O que tenho ouvido das pessoas é que querem uma solução de governo estável, mas que assente no diálogo, que assente na angariação de consensos", afirmou.

No domingo à noite, António Costa garante que, "perante os resultados eleitoriais", Vai falar "com todos os partidos", mas voltou a tirar o Chega da equação. "Os únicos parceiros preferências que temos são os portugueses", concluiu.

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