O resultado de Nuno Melo nas Europeias "quebrou o feitiço e destruiu o encanto"

Ribeiro e Castro admitiu que o partido está numa situação muito frágil que não tem sequer comparação com os anos em que o CDS era conhecido como o partido do táxi por ter apenas quatro deputados.

Ribeiro e Castro admitiu que o partido está numa situação muito frágil que não tem sequer comparação com os anos em que o CDS era conhecido como o partido do táxi por ter apenas quatro deputados.

O antigo presidente do CDS José Ribeiro e Castro considera os resultados do partido que dirigiu nas eleições legislativas uma segunda derrota: a primeira foi o resultado nas eleições europeias.

"O resultado de Nuno Melo nas eleições europeias destruiu isso. Quebrou o spell (feitiço), destruiu o encanto e nunca mais - se acompanhar o que foi a intervenção pública do CDS e o que foi a fragilização que se sentiu ao longo da campanha - o CDS conseguiu levantar-se a partir dessa pancada que levou nas eleições europeias", disse Ribeiro e Castro à TSF.

Ribeiro e Castro admitiu que o partido está numa situação muito frágil que não tem sequer comparação com os anos em que o CDS era conhecido como o partido do táxi por ter apenas quatro deputados.

"Este resultado não tem nada a ver com o táxi histórico. O táxi histórico era uma questão isolada na História do partido e que se deveu a um rolo compressor chamado cavaquismo. Isso hoje não é assim. O CDS está numa posição muito frágil. O grande desastre não é para as pessoas que se vão embora, o grande desastre é para o eleitorado que não tem quem o represente. Esse é que é o grande desastre. O partido tem de olhar que as ideias de que diz que é intérprete deixaram de ter palco e força para intervir na política nacional", rematou.

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